Voltei com mais um diário de viagem!
O meu segundo dia em Curitiba eu quase não passei na cidade. Decidimos fazer um passeio de trem para Morretes e Antonina.
De manhã bem cedo, eu e minha mãe fomos para a portaria esperar a van que iria nos levar até a estação ferroviária. Entretanto, como o lugar onde estávamos hospedadas, era difícil de estacionar, o motorista apenas buzinou e nós não ouvimos.
Depois de buscar todos os passageiros, finalmente ele conseguiu estacionar na frente do prédio. Mas o nosso trem já tinha saído quando chegamos na estação. Conversamos com a moça da empresa, que conseguiu nos colocar no trem de luxo sem cobrar nada.

Sentamo-nos em um sofá ao lado do bar e ficamos o caminho todo tomando espumante e cerveja. Além disso, comemos um delicioso café da manhã. A viagem de trem foi impressionante, com várias paisagens para observar.
Paramos no meio do caminho para tirar foto no pequeno templo de Nossa Senhora do Cadeado. Depois, fizemos uma pausa porque um vagão do trem estragou e as pessoas tiveram que passar para o nosso, que ficou lotado.
Chegamos em Morretes mais ou menos uma da tarde e eu imediatamente me arrependi de ter ido de calça. O calor lá é extremo, mesmo com o tempo nublado.

Comemos o barreado, comida típica da região, que é feito com carne bovina desfiada cozida por doze horas em panela de ferro, que acompanha farinha de mandioca crua, arroz, camarão, peixe e banana. Eu, honestamente, não fiquei muito fã do prato, mas achei interessante a mistura.
Depois do almoço, andamos um pouco pela cidade, que é pequena, com apenas 15 mil habitantes. Compramos um litro de Amarula por 20 reais, que eu ainda não tive a oportunidade de experimentar.
Fomos de van até Antonina, que é uma cidadezinha um pouco maior. Paramos apenas na igreja da cidade para tirar fotos e depois voltamos de van pela Estrada da Graciosa.

Em Curitiba, o motorista nos deixou na frente do prédio e nós fomos nos arrumar para ir ao Hard Rock Cafe. Assim que chegamos lá, fiquei impressionada com o lugar. Eu nunca tinha ido em nenhum Hard Rock antes e eu amei a decoração do local.
Esperamos 45 minutos para conseguir uma mesa, mas ficamos no bar enquanto isso. Pedi um drink muito bom, chamado Electric Blues.
Assim que conseguimos uma mesa, pedimos potato skins, que são batatas recheadas com queijo e bacon. Depois, pedimos o hambúrguer oficial do Hard Rock, que também estava muito bom.
O que eu achei mais interessante foi a dança dos garçons e a interação que eles têm com as pessoas. Infelizmente, não tenho como postar o vídeo da dança aqui, mas garanto que é muito bom.
E assim terminou meu segundo dia em Curitiba. Volto amanhã com mais um post sobre a viagem. Até logo!

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