Boa noite!

O meu post de hoje é sobre um dos lugares que eu mais gostei em Foz do Iguaçu. Vou falar sobre as Cataratas do Iguaçu, um dos lugares mais lindos que eu já tive a oportunidade de visitar.

Acordamos bem cedo e fomos para o terminal, onde pegamos outro ônibus para as Cataratas. O ônibus pára praticamente na porta, então foi bem tranquilo. Compramos nossos ingressos e entramos no Parque Nacional Iguaçu.

Logo, entramos em um ônibus. Este ônibus faz algumas paradas pelo caminho, como a do Macuco Safari (passeio de barco) e de algumas trilhas que você pode apenas fazer com a presença de um guia.

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Filhote de quati

Descemos na trilha principal e você logo conhece os animais que você vai encontrar durante todo o caminho: os quatis. Eles são muito fofinhos, mas podem roubar sua comida e lhe morder caso se sintam ameaçados, então tomem cuidado.

Continuamos a trilha e logo pudemos ver pela primeira vez o grande espetáculo: as Cataratas do Iguaçu. Elas ainda estavam meio longe, mas acreditem, são ainda melhores do que vemos em fotos.

A trilha dura, no total, mais ou menos uma hora e meia/duas horas e meia, dependendo do ritmo de caminhada e do tempo que você parar para tirar foto ou apreciar a paisagem.

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Uma das vistas das Cataratas

No final da trilha, chegamos na parte mais interessante, a Garganta do Diabo. Você fica seco em toda a trilha, mas, se estiver sem capa de chuva na Garganta do Diabo, pode ter certeza que ficará encharcado.

É uma das vistas mais lindas que eu já tive na vida e um dos melhores lugares para tirar foto. Mas, a não ser que você seja uma pessoa extremamente linda e fotogênica (o que não é meu caso), suas selfies vão ficar uma bosta.

A cor da água acaba estourando as fotos, além do fato que tem muita água e vento. Ou seja: cabelo na cara toda hora, dificuldade de ficar de olhos abertos, pingo de água caindo na lente do celular.

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Vista da Garganta do Diabo

De qualquer forma, a vista é maravilhosa e vale muito a pena visitar as Cataratas. Depois da Garganta do Diabo, saímos e pegamos o ônibus de volta para a entrada do Parque.

Depois disso, minha mãe quis ir no Parque das Aves, o maior viveiro de araras do mundo, então fomos. Lá, o interessante é que você pode entrar e ver os animais de perto, não sendo separado por grades.

Além do viveiro principal, há uma série  de outros espaços, como um borboletário, um refúgio de répteis e um serpentário. É possível ver animais exóticos, como o casuar, ave pré-histórica. O Parque é muito  organizado e tem um ótimo restaurante.

Assim que terminamos o passeio, fomos para uma churrascaria. O churrasco não estava tão bom, mas deu para o gasto. Dias depois, escutei um homem dizendo que aquele havia sido o melhor churrasco que ele tinha comido na vida dele. Coitado, porque ele realmente não sabe o que é churrasco bom.

Depois disso, voltamos para casa descansar para o próximo dia, pois iríamos voltar ao Paraguai. É isso, volto amanhã com mais um post sobre a viagem. Até logo!

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Sou Laura Braga

27 anos. Formada em Comunicação Organizacional pela Universidade de Brasília. Procurando aprimorar a escrita e trazer sempre conteúdos melhores.