Boa tarde!
Estou mais uma vez atrasada e eu peço mil desculpas por isso. Esses últimos dias foram meio cheios, por isso estou postando agora.
Bom, no meu quinto dia em Foz, eu tive que voltar na Argentina. Já havia conhecido o lado brasileiro das Cataratas e precisava conhecer também o lado dos hermanos.
Acordamos cedo e fomos para o terminal pegar o ônibus internacional. Este ônibus nos deixou em uma parada de ônibus para as Cataratas. Uma dica: se você juntar quatro pessoas para ir com você até as Cataratas, os taxistas cobram o mesmo preço do ônibus por pessoa e você pode ir com muito mais conforto e rapidez.
Nós dividimos o táxi com dois alemães. O caminho até o Parque Nacional Iguazú é enorme e parece não chegar nunca, mas deu tudo certo. Assim que chegamos, compramos nossos ingressos e entramos no parque.

Ao contrário das Cataratas brasileiras, existem quatro trilhas que você pode fazer sozinho, sem a presença de guia. Fizemos metade da Sendero Verde, mas não chegamos a lugar nenhum, pois estava na hora do nosso trem e estávamos com pouco tempo para passear ali.
No lado brasileiro, o transporte é feito por ônibus. Já do lado argentino, existe um pequeno trem que leva as pessoas até as principais trilhas. A média de tempo entre um e outro trem é de meia hora.
Então, embarcamos nesse trem e descemos na Estação Cataratas, onde podemos fazer a trilha superior ou a inferior. Começamos pela inferior, onde vimos, em geral, pequenas cachoeiras. Essa parte é bonita, mas não se compara às grandes cataratas que vimos no outro dia.

No circuito superior, passamos por cima de algumas cachoeiras, vimos, à distância, outras bem maiores. O percurso durou em média quarenta minutos e eu achei bem mais bonito do que o circuito inferior.
Mas a principal atração é a Garganta do Diabo. Depois de fazermos todo esse percurso, voltamos para a Estação Cataratas, onde pegamos um trem para a Garganta do Diabo.
Logo que descemos na estação, começou a chover, mas não havíamos comprado capas de chuva. Decidimos não esperar a chuva passar e ir assim mesmo. Passamos por várias pontes enormes sobre o rio.

Dentro do rio, conseguíamos ver alguns dos destroços da antiga ponte que havia ali.
Logo, chegamos à tão famosa Garganta do Diabo e o que vimos ali foi surpreendente. A água e o vento vindos das cataratas dificultavam as fotos (como eu disse sobre as brasileiras), mas era extremamente maravilhoso.
A força das quedas d’água era enorme, o que aumentava a neblina ali. Poderia ter ficado o dia todo olhando aquelas cataratas, se eu não tivesse que voltar pro Brasil e se não tivessem um milhão de pessoas ali se empurrando em busca da selfie perfeita.

Depois de sairmos da Garganta do Diabo, pegamos o trem de volta para a estação Cataratas e depois para a estação central. Saindo do parque, pegamos um táxi até o Brasil novamente.
A minha conclusão foi que: a vista das Cataratas é muito mais bonita do lado brasileiro, pela quantidade de cachoeiras. Entretanto, o passeio pelo lado argentino é muito mais completo e a vista da Garganta do Diabo argentina é muito melhor do que a brasileira.
Depois de chegarmos em casa, nos arrumamos e saímos para um bar. É um lugar extremamente famoso na cidade e está sempre lotado. Infelizmente, ele não é tão bom quanto parece. (Mais uma vez, não vou dizer o nome do local para não ficar feio.)
Tomamos apenas uma torre de chopp lá e voltamos para o Mezomo’s, onde fomos mais uma vez bem atendidas.
E esta foi nossa última noite em Foz. É isso, espero que tenham gostado, volto amanhã com o último post sobre essa viagem maravilhosa. Até logo!

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