
A cidade estava vazia. Nenhum carro passava, não havia nenhum sinal de vida. Éramos apenas você e eu. Mas não nos desesperamos, muito pelo contrário.
Rimos da situação e tentamos aproveitar ao máximo. Dançamos em uma boate vazia, transamos no meio da rua.
Depois de algum tempo sozinhos, ficamos assustados. Nunca tínhamos passado por nada do tipo. Era muito louca a ideia de que o mundo era nosso e de que o que aconteceria iria depender de nós dois.
Mas, então, você me prendeu em seu abraço e percebi que não me faltava nada. Tudo bem não ter ninguém na rua desde que você estivesse comigo.

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