O livro desse mês eu terminei de ler ontem e posso dizer que fiquei bastante fascinada.
Jean-Paul Sartre (1905-1980) foi um filósofo, dramaturgo e escritor francês, um dos fundadores do existencialismo (Fonte: O Pensador). Ele escreveu diversos livros como A Náusea, O Ser e o Nada, e O Muro, de que vou falar hoje.
Sinopse: Escrita às vésperas da Segunda Guerra Mundial, as cinco narrativas de ‘O muro’ buscam refletir a perplexidade do homem frente a um mundo em convulsão. Nesse momento, quando as circunstâncias parecem carregar todos ao mais fundo individualismo, Sartre levanta questões que apelam à consciência política e filosófica. O apelo é feito a causas como valores burgueses, preconceitos sexuais e raciais – panos de fundo deste livro escrito por um jovem Sartre e indicado para todos os humanos inconformados com o modo a realidade do mundo é imposta.
A primeira história, O Muro, que leva o nome do livro foi a que mais me tocou, dentre todas deste livro. Nela, três personagens estão sendo condenados a morte. Isso nos faz pensar em como a vida é passageira e como ela pode acabar muito antes do que imaginamos.
O conto O quarto conta a história de Eve, que é casada com Pierre que possui problemas psicológicos. Em Erostrato, conhecemos a história de um homem que possui desejos de matar alguém e fica em dúvida se deve fazê-lo – e qual a melhor forma.
Em A intimidade, uma mulher abandona o casamento falido para fugir com o amante. O último conto, A infância de um chefe, é o mais longo de todos. Conta a história de Lucien, um burguês e filho de chefe de uma empresa. Este foi o conto que mais me irritou, pela personalidade arrogante do garoto.
Esta foi a primeira vez que li um livro de Sartre e não posso negar que me senti bastante feliz e impactada com essa leitura. Ele nos faz repensar inúmeras coisas e pensar em nosso impacto na vida de outras pessoas.
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