Olá pessoal!

Vim falar sobre o meu segundo dia em Amsterdam, que começou pouco antes das 10h no Rijksmuseum, o museu nacional da Holanda e que reúne diversas obras de Rembrandt, Velázquez e outros artistas.

Entretanto, eu tinha lido na internet que o Rijksmuseum era o segundo com maior número de obras de Van Gogh no mundo. Na verdade se tratava do Rijksmuseum Kröller-Müller, localizado na cidade de Otterlo, a duas horas de Amsterdam (depois falo mais sobre isso).

Fiquei um pouco decepcionada, mas acabei aproveitando bastante a visita mesmo assim. Saindo de lá, fomos almoçar e decidir o que faríamos para poder visitar o museu Kröller-Müller no dia seguinte. Como tínhamos ingressos comprados para o Heineken Experience para o próximo dia, decidimos ir até lá e ver se conseguiríamos trocar para aquele mesmo dia.

Eles nos deixaram entrar e foi uma das experiências mais divertidas de Amsterdam. Conhecemos um pouco da história da empresa e da fabricação da cerveja. Experimentamos a Heineken antes e depois de pronta e vimos alguns itens de futebol e outros esportes que a empresa patrocina.

Pudemos pedalar em bicicletas como se tivéssemos entregando cervejas e, ao final da experiência, ganhamos dois chopps cada uma, em um ambiente de balada.

Saindo de lá, andamos um pouco pela cidade, passamos pelo Mercado de Flores, e depois fomos para a casa de Anne Frank. Para quem não sabe, Anne era uma judia alemã que foi morar em Amsterdam e se escondeu por lá em um lugar que era chamado de Complexo Secreto. Ela e sua família foram capturados pelos nazistas em 1944, sendo mandados para campos de concentração. O único sobrevivente entre eles foi o pai da garota. Anne escreveu um diário sobre sua experiência no complexo, que teve um número gigantesco de vendas.

Nós visitamos o Complexo Secreto, que hoje se encontra sem móveis, mas não pudemos tirar fotos. Vimos também os diários originais escrito por Anne. As fotos que deixo aqui foram tiradas em uma área permitida, antes da entrada no museu.

Saímos de lá mais de 20h e fomos jantar. Em seguida, fomos conhecer o Red Light District, o famoso lugar onde as mulheres ficam de calcinha e sutiã nas grandes janelas com luzes vermelhas. Ficamos lá menos de dez minutos e fomos para o hotel dormir. Quinta eu volto para falar sobre o Museu Kröller Müller. Beijos e até mais!

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Sou Laura Braga

27 anos. Formada em Comunicação Organizacional pela Universidade de Brasília. Procurando aprimorar a escrita e trazer sempre conteúdos melhores.