
Quando escuto a décima segunda badalada, meu coração acelera. Sinto uma vontade inexplicável de pular, gritar e dançar.
Antes que possa perceber, sou puxado para inúmeros abraços. Não consigo nem acompanhar quem me envolve e continuo apenas abraçando e desejando um Feliz Ano Novo a todos.
No momento em que os abraços terminam e o champanhe estoura, brindamos pela saúde de todos. Desejamos que este novo ano seja muito melhor. Abraçamo-nos e cantamos uma música festiva.
E então, as pessoas voltam a dividir-se em pequenos grupos e a conversar, embora continuem todos no mesmo ambiente.
E lá pelas quatro da manhã, quando a festa está acabando, todos voltam a se abraçar e a desejar um Feliz Ano Novo. E como diria o pequeno Tim: Deus nos abençoe a todos!

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