Esperança

As lágrimas deixam a visão trêmula. O coração bate compulsivamente, pulando passos. As mãos se balançam de um lado para o outro, tentando decidir o que fazer, como se já tivessem vontade própria. E o corpo se mantém reagindo, lutando, em busca de algo que não se sabe mais o que é.

Imagens desesperadoras passam pela cabeça a todo momento. As preocupações, então, parecem surgir mais rápido do que o ato de respirar.

Mas a solidariedade, o amor, estes não podem ser destruídos. Estes permanecem, independente do que aconteça.

Ainda não, mas a esperança está logo ali. Ainda não, mas a alegria vai voltar a existir. 

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Sou Laura Braga

27 anos. Formada em Comunicação Organizacional pela Universidade de Brasília. Procurando aprimorar a escrita e trazer sempre conteúdos melhores.