• Férias do Provável Escritora

    Boa noite, como vocês estão?

    Vim avisar que estou saindo de férias – de novo. E quero explicar porque. Formei na faculdade em julho de 2019 e, desde então, comecei a fazer cursos de escrita. Inclusive, no dia que apresentei meu TCC já começava um dos cursos que eu fiz.

    Depois, comecei a fazer outro curso de seis meses, que está acabando agora. Considerando que desde que eu me formei não parei um minuto, vou tirar duas semanas de férias. Volto no dia 17 de fevereiro. Espero que compreendam.

    Beijos a todos!

  • Boa noite!

    Cheguei com mais um diário de viagem, o último antes das férias do Provável Escritora (vou falar sobre isso no próximo post).

    O dia começou com uma visita à Torre Montparnasse, que tem uma vista ótima da cidade e não é lotada como a Torre Eiffel. Entretanto, o tempo fechado acabou dificultando a visão completa.

    Em seguida, fomos para o Jardim de Luxemburgo, onde se encontra o famoso Palácio de Luxemburgo, que é sede do Senado Francês. O jardim é lindo e, ao contrário do que eu imaginei, mesmo no outono é bom para se visitar.

    Saindo de lá, fomos para o Panteão, um lugar incrível e onde estão enterrados vários nomes conhecidos, como Marie Curie, Victor Hugo, Voltaire. O tamanho do local impressiona bastante, assim como o Panteão romano.

    Fomos depois para a Praça da Bastilha, palco da Revolução Francesa, onde se tomou a queda da, então prisão, chamada Bastilha. Nossa última parada foi o Atelier des Lumières, onde estava tendo uma exposição imersiva do Van Gogh.

    Como nosso trem tinha sido cancelado e precisaríamos ir de ônibus para o próximo destino, tentamos antecipar nossos ingressos, mas não conseguimos. Voltamos para o hotel, pegamos nossas coisas e fomos para o terminal rodoviário de Paris para pegar o ônibus.

    E assim termina nossa estadia em Paris. Espero que tenham gostado. Depois das férias volto com o diário de viagem de mais uma cidade. Beijos e até mais!

  • Negócio à parte

    Um advogado e sua cliente conversando:

    — Sra. Morrison, acho que deve aceitar o acordo. Se levar o caso para o juiz, com certeza terá que ceder ainda mais.

    — Não, não quero que ele fique nem com um centavo.

    — Mas ele foi de grande ajuda no começo de sua empresa. Além do mais, ele precisa cuidar das crianças. A não ser que queira pedir a guarda delas.

    — Claro que não. Uma mulher de negócios como eu não tem tempo para isso. Crianças dão muito trabalho, fazem birra por tudo, além de me impedir de levar homens para casa. É melhor que elas fiquem com ele. Posso mandar um valor razoável, como um salário mínimo para cada. Não está bom? Mais do que isso e acabarei sustentando o meu ex-marido a vida inteira. – ela se joga no sofá e pega seu telefone. – Falando no traste… Este homem não presta, agora está andando de iate com os amigos mas não quer mostrar a velha pagando isto tudo. Enquanto eu tenho que trabalhar oito horas por dia, o esperto fica com essas mulheres que bancam tudo. Está decidido, nenhum centavo para ele e três salários para as crianças. Acho que é mais do que suficiente.

    — Sra. Morrison…

    — Srta., por favor.

    — Srta. Morrison, as coisas não funcionam dessa maneira. Vocês se casaram com comunhão parcial de bens, o que significa que o que adquiriram depois do casamento se enquadra na partilha, incluindo a empresa. E como hoje você ganha mais de cem milhões por ano, o juiz não vai permitir que você fique com a toda a empresa e pague apenas um salário de pensão para cada criança.

    — Mas por que não? É uma quantia mais que generosa. Inúmeras mães nem pagam pensão para os filhos. Veja quão boa eu sou, nunca deixaria meus filhos desamparados, sem dinheiro algum. Acredito que mais do que isso seria prejudicial para eles, cresceriam mimados e sem saber conseguir sua própria fonte de sustento.

    — O juiz nunca permitiria isso, muito menos seu marido.

    — Ex-marido, por favor. O que posso fazer então? – ela anda de um lado para o outro. – Já sei! Vou passar a empresa para o nome da minha mãe e vamos pedir a guarda das crianças. Posso colocá-los para estudar em um internato, assim eles não vão atrapalhar os meus planos. E dessa maneira, não teremos que dar um centavo para este picareta e poderemos economizar na pensão das crianças.

    — Mas Srta., seu marido faz questão de ficar com as crianças. E você não pode simplesmente passar a empresa para o nome de sua mãe.

    — Não ligo para o que ele quer. Posso e vou fazer isso, com a sua ajuda. Ou você não é o melhor advogado desta cidade?

  • Boa tarde a todos!

    Voltei com mais um diário de viagem. No quarto dia em Paris, nossa primeira parada foi o Musée D’Orsay, construído em 1898 e que conta com trabalhos de diversos artistas famosos (incluindo Van Gogh). Entretanto, fiquei um pouco decepcionada pela falta de organização e as filas enormes para entrar.

    Em seguida, andamos até a Praça da Concórdia, uma das mais famosas do país, começando com uma homenagem ao rei que havia se curado de uma doença e se tornando depois a praça da guilhotina. Entretanto, não encontram-se rastros desse período por lá.

    Caminhamos pela Champs-Elysées e subimos no Arco do Triunfo, construído em comemoração às vitórias de Napoleão Bonaparte em 1806, onde podemos ter uma boa visão de toda aquela área.

    A nossa próxima parada foi o ponto mais famoso de Paris, que eu já havia visitado antes mas não poderia perder a chance de ir de novo. Subimos até o topo da Torre Eiffel e aproveitamos a vista.

    Como era noite, esta foi a última coisa que fizemos antes de voltar para o hotel. Espero que tenham gostado, amanhã volto com mais!

  • Olá!

    O nosso terceiro dia em Paris começou um pouco mais tarde, já que havíamos desistido de fazer o Free Walking Tour de Montmartre. Então, nossa primeira parada foi a Basílica de Sacré-Coeur, construída em 1875 no alto de Montmartre.

    Lá é lindo e com entrada gratuita, mas acredito que depois de visitar a Basílica de São Pedro, nenhuma outra se compara.

    Saindo de lá, fomos para o apartamento onde Van Gogh morou com Theo em Paris, mas não tem nada além de uma placa. Fomos também ao Muro dos Eu te amo, onde encontra-se esta frase em diversas línguas.

    A nossa próxima – e última parada – foi no Mercado de Pulgas, que se parece com alguma feira brasileira, vendendo réplicas de roupas de marca e outras coisas. Almoçamos lá perto e pegamos o metrô para voltar para o hotel.

    Ao chegarmos lá, querendo descansar, tivemos que sair do hotel para uma simulação de incêndio. E foi isso que aconteceu no nosso terceiro dia em Paris. Espero que tenham gostado, volto amanhã com mais!

  • Boa tarde a todos!

    Voltei com mais um diário de viagem de Paris. Na verdade, este dia eu não passei em Paris, mas em Auvers-sur-Oise, uma cidade que fica a uma hora de trem da capital francesa.

    Auvers é uma cidade pequena, com pouco mais de seis mil habitantes. Era domingo e estava chuviscando, então a maioria das pessoas estava em suas casas e a gente podia escutar o cantar dos pássaros.

    Mas esta não foi a razão que nos fez ir até lá. Auvers-sur-Oise é a cidade onde Vincent Van Gogh viveu seus últimos dias de vida e onde ele está enterrado.

    Nós chegamos na cidade às 10h e uma das coisas que me fascinou é que lá se respira Van Gogh. Por onde quer que você olhe encontra um detalhe, algo que remeta ao pintor. Inclusive, no chão da cidade, você encontra alguns sinais escritos Vincent, mostrando o caminho que ele percorria em Auvers.

    A nossa primeira parada foi o Parque Van Gogh, onde encontra-se uma estátua do pintor. Depois, fomos para o Auberge Ravoux, local onde ele se hospedou na cidade e onde morreu. Visitamos seu antigo quarto, que foi mantido da mesma maneira.

    Passamos pelo ateliê de Daubigny, que Vincent visitava, mas acabamos não entrando. Depois, fomos para a casa do Dr. Gachet, que atendeu e foi um amigo de Van Gogh pelo tempo que ele viveu lá.

    Vimos a igreja e pelo campo que ele pintou em sua estadia na cidade. A última parada foi o cemitério, onde Vincent está enterrado ao lado do irmão Theo.

    Depois disso, fomos comer e então pegamos o trem de volta para Paris. Fomos direto para o Parc des Princes, onde tínhamos ingressos do jogo de futebol do Paris Saint-Germain contra o Olympique de Marseille. O jogo foi muito animado e acabou em 4×0 para o PSG.

    Em seguida, voltamos para o hotel e fomos dormir. E esse foi o segundo dia em “Paris”. Espero que tenham gostado, volto amanhã com mais um post. Beijos a todos!

  • Olá!

    Imagem: Over App

    Vim com uma indicação de aplicativo que eu uso bastante, principalmente para as postagens do blog e do Insta. O app se chama Over, e é usado para escrever em cima das fotos.

    Ele é fácil de usar e conta com diversas fontes gratuitas, além das que você pode comprar. O aplicativo ajuda a deixar as fotos bonitas e com fontes diferenciadas. Além disso, você pode fazer colagens e usar texturas.

    O Over foi escolhido como melhor de 2019 e eu recomendo bastante sua utilização. Over está disponível na App Store e na Play Store e é gratuito.

  • Oi pessoal!

    Pôr do Sol na beira do Sena. Imagem: Provável escritora

    Hoje, vou contar um pouco sobre meu primeiro dia em Paris, a cidade pela qual eu sou apaixonada. Já quero avisar que o diário de viagem de Paris vai ser mais longo – em número de dias – porque eu passei mais tempo lá do que nos outros lugares.

    Bom, fomos de trem de Amsterdam para Paris e chegamos em nosso hotel às duas da tarde. Descansamos um pouco, nos arrumamos e então decidimos ir andando até o Sena e caminhamos por lá.

    Às 20h, tínhamos uma reserva no Kong, um restaurante que mistura a culinária francesa e japonesa em seus pratos. É um restaurante chique, com vista para os telhados de Paris e também caro. Eu não comeria lá normalmente, mas era minha comemoração de aniversário.

    Pedi um prato de camarões que acabou sendo minúsculo, mas consegui me satisfazer com a porção de arroz. Foi muito interessante conhecer um restaurante famoso e badalado francês.

    Depois, fomos andando até o hotel e dormimos logo. E assim foi o primeiro dia em Paris. Espero que tenham gostado, volto amanhã com mais.

    Beijos e até logo!

Sou Laura Braga

27 anos. Formada em Comunicação Organizacional pela Universidade de Brasília. Procurando aprimorar a escrita e trazer sempre conteúdos melhores.