Voltei com mais um desafio. Fiz uma alteração, já que a ideologia que eu estou falando não deu tão errado, infelizmente. Mas espero que gostem.
Dia 16: Escreva sobre uma ideologia que deu errado.
Por todos os lados, tudo que vemos é ódio. Pessoas agredindo umas às outras, mulheres sendo mortas pelos seus ex-companheiros, um casal homossexual sendo espancado por se amar.
Mesmo depois de vinte anos vivendo neste planeta, eu não consigo entender por que as pessoas agem dessa forma. Por que não podem simplesmente deixar os outros viverem suas próprias vidas? Por que não se esforçar para fazer o dia de outra pessoa mais feliz?
Eu sou uma pessoa muito sensível e não consigo nem explicar o que sinto quando as pessoas derramam ódio sobre mim. Imagine alguém que convive com o ódio diariamente, como essa pessoa deve se sentir?
Não, a ideologia do ódio não deu errado. Estamos cercados dela diariamente, por mais triste que isso seja. Mas não podemos nos intoxicar com isso. Não podemos transformar esse ódio que recebemos em mais ódio por outras pessoas. A ideologia do ódio precisa ser destruída e precisamos nos cercar de amor. Antes que seja tarde demais.
Voltei com o último diário de viagem, para contar do meu sexto dia em Foz do Iguaçu.
Bom, como na maioria dos outros dias, eu e minha mãe acordamos cedo e fomos para o terminal. De lá, pegamos um ônibus para Itaipu, onde faríamos um tour. Compramos nossos ingressos da visita panorâmica e fomos para o auditório e assistimos um vídeo sobre a construção de Itaipu.
Mirante Central
Depois, entramos em um ônibus e começamos nosso tour. A primeira parada foi o Mirante Central.
Como as comportas estavam todas fechadas, não tinha muita coisa para ver ali. Então, tiramos algumas fotos e pegamos outro ônibus.
Paramos no Vertedouro, o principal cartão postal de Itaipu que, para nossa sorte, tinha sido aberto naquela manhã. Ficamos impressionadas com a quantidade de água que tinha ali e tiramos várias fotos.
Vista do Vertedouro
Depois disso, voltamos no mesmo ônibus e passamos em volta da usina, enquanto um guia nos explicava como as coisas funcionavam. Vimos também o Rio Paraná, que abastece Itaipu.
Descemos no porto, onde fizemos um passeio de barco pelo rio. Foi bom, mas não tinham muitas coisas para serem vistas e foi um passeio de quarenta minutos.
Marco das Três Fronteiras brasileiro
Pegamos o ônibus de volta para a entrada e depois pegamos um táxi para o Marco das Três Fronteiras brasileiro. Existe um Marco das Três Fronteiras do lado brasileiro e do lado argentino, mas nada no lado paraguaio.
Quase todas as noites tem show no Marco das Três Fronteiras, mas como fomos durante o dia não tinha muito para ver lá além do marco e dos outros dois países do outro lado do rio.
Ficamos pouco tempo lá e depois voltamos para casa. Então, eu descobri que nosso voo não era às dez da noite como eu pensava, mas às seis da tarde. Arrumamos as coisas e fomos correndo para o aeroporto e, para nossa sorte, conseguimos pegar o voo.
Como fizemos conexão em São Paulo, chegamos em Brasília por volta de meia noite. E essa foi nossa viagem. Espero que tenham gostado de ler tanto quanto eu gostei de escrever sobre ela. E estou torcendo para que, em breve, eu tenha outra viagem e faça mais um diário de viagem para vocês.
Voltei com mais um desafio, espero que gostem. Ele é completamente de ficção, então não tem nada a ver com nenhuma situação pela qual eu já passei.
Dia 15: Escreva sobre uma troca de e-mail furiosa.
Caro Alberto,
Devo dizer que li o seu e-mail e tenho algumas coisas para pontuar. Começo dizendo que respeito a sua opinião e acho que você tem todo o direito de expô-la.
Eu entendo que tenha achado meu texto “uma merda” e que eu deveria ser “banida do planeta”, mas o que lhe faz pensar isso? Talvez o fato de que você é tão ressentido com sua vida que se fechou em um mundo próprio e não aceita que ninguém tenha uma opinião diferente da sua? Ou talvez por que você ainda está magoado por eu não ter aceitado sair com você no ano passado?
Sei como deve ser e como deve doer em seu ego de homem conquistador mas o que posso fazer? Você sabe, Alberto, nem todas as mulheres nesse mundo estão loucas para foder com você.
Então, peço gentilmente que enfie esse ego naquele lugar que você conhece bem e que se afaste de mim o máximo que puder. Não pedi sua opinião sobre meu trabalho, então, por favor, pare de me enviar e-mails. Eu estou exausta da sua infantilidade.
Desejo-lhe as piores coisas.
Rancorosamente,
Priscila
P.S.: Caso queira divulgar esse e-mail para mostrar a todos como eu sou má e cruel, favor anexar os outros 50 e-mails que me enviou. Garanto que isso será pior para sua imagem do que para a minha.
Estou mais uma vez atrasada e eu peço mil desculpas por isso. Esses últimos dias foram meio cheios, por isso estou postando agora.
Bom, no meu quinto dia em Foz, eu tive que voltar na Argentina. Já havia conhecido o lado brasileiro das Cataratas e precisava conhecer também o lado dos hermanos.
Acordamos cedo e fomos para o terminal pegar o ônibus internacional. Este ônibus nos deixou em uma parada de ônibus para as Cataratas. Uma dica: se você juntar quatro pessoas para ir com você até as Cataratas, os taxistas cobram o mesmo preço do ônibus por pessoa e você pode ir com muito mais conforto e rapidez.
Nós dividimos o táxi com dois alemães. O caminho até o Parque Nacional Iguazú é enorme e parece não chegar nunca, mas deu tudo certo. Assim que chegamos, compramos nossos ingressos e entramos no parque.
Trem que circula dentro do Parque Nacional Iguazú
Ao contrário das Cataratas brasileiras, existem quatro trilhas que você pode fazer sozinho, sem a presença de guia. Fizemos metade da Sendero Verde, mas não chegamos a lugar nenhum, pois estava na hora do nosso trem e estávamos com pouco tempo para passear ali.
No lado brasileiro, o transporte é feito por ônibus. Já do lado argentino, existe um pequeno trem que leva as pessoas até as principais trilhas. A média de tempo entre um e outro trem é de meia hora.
Então, embarcamos nesse trem e descemos na Estação Cataratas, onde podemos fazer a trilha superior ou a inferior. Começamos pela inferior, onde vimos, em geral, pequenas cachoeiras. Essa parte é bonita, mas não se compara às grandes cataratas que vimos no outro dia.
Uma das pequenas cachoeiras
No circuito superior, passamos por cima de algumas cachoeiras, vimos, à distância, outras bem maiores. O percurso durou em média quarenta minutos e eu achei bem mais bonito do que o circuito inferior.
Mas a principal atração é a Garganta do Diabo. Depois de fazermos todo esse percurso, voltamos para a Estação Cataratas, onde pegamos um trem para a Garganta do Diabo.
Logo que descemos na estação, começou a chover, mas não havíamos comprado capas de chuva. Decidimos não esperar a chuva passar e ir assim mesmo. Passamos por várias pontes enormes sobre o rio.
Uma das vistas das Cataratas
Dentro do rio, conseguíamos ver alguns dos destroços da antiga ponte que havia ali.
Logo, chegamos à tão famosa Garganta do Diabo e o que vimos ali foi surpreendente. A água e o vento vindos das cataratas dificultavam as fotos (como eu disse sobre as brasileiras), mas era extremamente maravilhoso.
A força das quedas d’água era enorme, o que aumentava a neblina ali. Poderia ter ficado o dia todo olhando aquelas cataratas, se eu não tivesse que voltar pro Brasil e se não tivessem um milhão de pessoas ali se empurrando em busca da selfie perfeita.
Visão panorâmica da Garganta do Diabo
Depois de sairmos da Garganta do Diabo, pegamos o trem de volta para a estação Cataratas e depois para a estação central. Saindo do parque, pegamos um táxi até o Brasil novamente.
A minha conclusão foi que: a vista das Cataratas é muito mais bonita do lado brasileiro, pela quantidade de cachoeiras. Entretanto, o passeio pelo lado argentino é muito mais completo e a vista da Garganta do Diabo argentina é muito melhor do que a brasileira.
Depois de chegarmos em casa, nos arrumamos e saímos para um bar. É um lugar extremamente famoso na cidade e está sempre lotado. Infelizmente, ele não é tão bom quanto parece. (Mais uma vez, não vou dizer o nome do local para não ficar feio.)
Tomamos apenas uma torre de chopp lá e voltamos para o Mezomo’s, onde fomos mais uma vez bem atendidas.
E esta foi nossa última noite em Foz. É isso, espero que tenham gostado, volto amanhã com o último post sobre essa viagem maravilhosa. Até logo!
Então, a tarefa de hoje era fazer uma lista de 15 itens, mas eu diminuí para dez porque eu não sabia mais o que escrever e não ia ficar enchendo linguiça. Espero que gostem.
Dia 14: Escreva uma lista de 15 passos intitulada “Como Ser_____”
Como ser uma pessoa realizada
Descubra o que você gosta de fazer: A nossa realização vem das coisas que gostamos de fazer. Não adianta nada você receber trinta mil por mês se você odeia o seu emprego e é infeliz ali.
Se achar que não gosta de fazer nada, não desanime. Às vezes, seu hobby é a coisa com a qual você quer trabalhar: Essa dica é experiência própria. Eu sempre gostei muito de escrever, desde criança, só que isto sempre foi um hobby para mim. Para escolher minha profissão, eu quis algo que tivesse a ver com escrita, por isso escolhi comunicação. Mas a comunicação não é exatamente o que eu quero fazer. Quero trabalhar com escrita de ficção e só fui descobrir isso em 2017. Então, pense nisso.
Ocupe seu tempo: Sério. Eu sei que parece ótimo ficar o dia inteiro deitado no sofá. Eu também acho. Mas isso não vai ser um motivo de orgulho para você. Você não vai chegar nas pessoas e dizer “Olha, eu fiquei mais de 12 horas deitado no sofá, estou muito feliz com isso!”. Então, invista seu tempo nas coisas que gosta de fazer e que podem te deixar realizado. Mas, claro, você pode tirar um dia ou outro pra ficar deitado no sofá sem fazer nada.
Passe mais tempo com a sua família e amigos: Se você acha que, para sermos bem sucedidos, temos que abrir mão da vida social, você está completamente errado. Aprenda a dividir seu tempo e dar atenção suficiente para as pessoas que sempre estiveram e vão estar com você.
Realize seus planos hoje: Você sempre teve vontade de fazer uma aula de pintura mas nunca teve coragem? Por que não começar a fazer hoje? Assim, daqui a algum tempo você estará com belos quadros prontos e terá aproveitado muito bem o seu tempo.
Peça opinião às pessoas: E aí você está, com um livro pronto no computador, mas não tem coragem de mandar para as editoras e nem publicar porque não tem certeza que está bom. Por que não pedir a opinião das pessoas próximas a você? Eu tenho certeza que elas vão dizer o que pensam e também o que você deve mudar.
Tire um dia para fazer suas coisas favoritas: Depois de tanto trabalho duro, você merece um descanso. Junte-se com seus amigos/familiares e vá fazer suas coisas favoritas, como ir a uma festa ou assistir a um filme, comendo seu chocolate preferido. Ou faça essas coisas sozinho, se preferir.
Viaje muito: Uma viagem é sempre um bom combustível para aguentar a vida real depois. Mesmo se não estiver com dinheiro, planeje sua viagem dos sonhos. Trace rotas, lugares por onde você quer passar. Depois, se possível, comece a juntar dinheiro para transformar esse sonho em realidade.
Esteja sempre focado: Saiba aonde quer chegar e o que precisa fazer para alcançar isso.
Dê a cara a tapa: Essa é minha dica principal. Demorei muito tempo para perceber o quanto isso era necessário. Achava minha escrita ruim e pensava que ninguém gostaria de ler isso. Hoje, esse meu pensamento não mudou totalmente, mas fico feliz quando vejo pessoas que apreciam a minha escrita. Por isso, sempre dê a cara a tapa.
Espero que tenham gostado. Volto amanhã com mais um desafio!
No quarto dia, nós decidimos ir para a Argentina. Pegamos o ônibus até o terminal e de lá, fomos esperar na parada internacional (que não é a mesma onde pegamos ônibus para o Paraguai).
Placa na entrada da cidade
Os ônibus para a Argentina são muito mais bem cuidados do que os do Paraguai e ele não vai tão cheio também, o que é ótimo. Entretanto, os ônibus para Puerto Iguazú demoram muito mais para passar do que os de Ciudad del Este. Logo que chegamos na fronteira, tivemos que descer do ônibus para passar pela imigração. Eles olham as identidades, por isso é necessário estar com os documentos em dia.
Depois de passarmos pela imigração, entramos no mesmo ônibus que nos esperava do outro lado. Descemos em uma parada próxima da feirinha.
Puerto Iguazú é uma cidade completamente diferente de Ciudad del Este. É extremamente calma e tem poucas pessoas andando na rua. Parece cidade de interior do Brasil.
Andamos até a feirinha, onde eu achei que haveria artesanatos, mas era apenas comida. Ficamos na Barraca da Mirian, na feira, onde pedimos uma picanha. Foi uma das melhores picanhas que eu já comi na minha vida inteira. Acho que todo mundo deveria experimentar uma picanha argentina um dia.
Depois, experimentamos algumas cervejas argentinas: Quilmes e Patagônia. Depois de sairmos de lá, decidimos ir ao Duty Free Puerto Iguazú. O que nós não sabíamos era que ele era depois da fronteira e tivemos que mostrar nossas identidades mais uma vez para sair do país.
O Duty Free é enorme. Os preços são mais ou menos os do aeroporto, mas lá encontrei umas coisinhas que não encontraria em aeroporto. Comprei uma capa para o meu celular, perfume da Victoria’s Secrets, HD externo e algumas bebidas.
Depois de sairmos de lá, tivemos que mostrar a identidade novamente para voltar para Puerto Iguazú. Eu e minha mãe decidimos ir andando da entrada da cidade até o Icebar, o que eu não recomendo. São mais ou menos quarenta minutos de caminhada, onde você fica andando na beira da rodovia.
Ingressos para o Icebar
Por mais que a cidade seja tranquila, eu não recomendo fazer esse caminho.
Chegamos ao Icebar mortas de sede. Pedimos uma coca lá, mas foi um absurdo de caro, 10 reais. Compramos os nossos ingressos e esperamos para entrar.
Logo que você entra, recebe um casaco com capuz e luvas. Depois, eles te levam para um ambiente de 5 oC para que você consiga se acostumar. Cinco minutos depois, você entra no bar, onde a temperatura é -10 oC.
Lá, tudo é feito de gelo. Os balcões, os sofás, as cadeiras e as esculturas. Até os copos são feitos de gelo.
Você tem direito a ficar meia hora lá e é open bar. Eu escolhi uma bebida chamada bombom ice, que é feita com licor de chocolate, licor de leite condensado e licor de doce de leite.
Não podemos ficar muito tempo com os celulares na mão, pois tem o perigo da câmera danificar com o frio. Porém, eles também têm um fotógrafo no local.
Acho que quem se deu mal fui eu, porque esqueci que ia para lá e fui de saia e rasteirinha. Não preciso nem dizer que morri de frio.
Eu jogando bingo
Depois de sairmos de lá, pegamos um táxi e fomos para o Casino Iguazú. Eu, que nunca tinha visitado um cassino, achei o máximo. Entretanto, fiquei meio chocada por eles não pedirem as identidades das pessoas, mas enfim.
Sentamos no bar e eu pedi um mojito. Melhor mojito da minha vida. Eu não sei quantos eu bebi naquela noite, provavelmente uns quatro ou cinco. Mas o preço do mojito até estava barato se comparar o quanto cobram no Brasil.
Depois disso, decidimos ir jogar um pouco. Lá, você pode escolher se quer jogar nas máquinas para receber em dólares, em pesos ou em reais. Comecei a jogar bingo, mas eu não estava entendendo nada que acontecia ali. Eu já joguei bingo muitas vezes, mas não desse jeito. Fiquei bastante confusa com isso.
Depois, fomos jogar na roleta. Fui apenas apertando os botões, sem saber o que eu estava fazendo. De qualquer forma, ganhei quarenta centavos no final e guardei o papel de lembrança.
Meu vale de quarenta centavos
Logo que terminamos de jogar, vimos que passava das nove da noite e que tínhamos que ir embora. Antes de ir, pedi um mojito para viagem e aguardamos o táxi do lado de fora.
O táxi até onde estávamos em Foz ficou caro, mas era o único meio que tínhamos de voltar, já que os ônibus já tinham parado de circular.
É isso, esse foi o nosso quarto dia em Foz. Volto amanhã contando sobre o lado argentino das Cataratas. Até logo!
Voltei com mais um desafio. Peço perdão por não ter postado antes, mas a inspiração para escrever esse tipo de texto estava pouca. Enfim, espero que gostem!
Dia 13: Escreva uma história sobre um super-herói que vai ou retorna do lado negro.
Eu estou cansada de tudo isso. Sei que sou a maior heroína da cidade, mas, sinceramente, isso é um pé no saco. Eles me aplaudem, me agradecem pelo que eu faço, mas é tudo farsa.
Sou procurada por muitas pessoas, diariamente, a qualquer momento. Às vezes, as pessoas me chamam para ajudá-las com problemas casuais, como trocar uma lâmpada. Sem contar o fato de que os vilões estão todos mortos, ou se aposentando.
Mas não posso ter um tempo para mim, porque isso seria vagabundagem e isso não é coisa de super-herói. Então, tenho que passar o dia inteiro ajudando pessoas inúteis, que não conseguem cumprir meras tarefas do dia-a-dia.
Você deve estar pensando que eu estou reclamando de boca cheia, que deve haver pontos positivos em ser heroína, como ter vários homens aos meus pés. Sim, isso é verdade, eu tenho. Mas tudo não passa de falsidade, eles estão interessados na minha fama e no meu prestígio. Nunca encontrei ninguém que realmente gostasse de mim por quem eu sou.
Então, se essas pessoas acham que vou ficar aturando sua falsidade e inutilidade, elas estão muito enganadas. Você acha que não consigo ser uma boa vilã? Então mude seus conceitos, porque eu acabei de matar a garota boazinha que existia dentro de mim.
Voltei com mais um diário de viagem sobre o nosso terceiro dia em Foz do Iguaçu. Mais uma vez, não passamos o dia em Foz. Logo que acordamos, fomos para o Paraguai. Eu ainda precisava comprar o meu celular e ainda tinham algumas coisas que eu queria visitar lá.
Chegamos no Paraguai por volta de 11 da manhã. A nossa primeira parada foi no Shopping del Este, o shopping de lá mais parecido com os que temos aqui. Comprei um perfume que eu estava querendo faz tempo e depois seguimos nosso caminho.
Depois de comprar meu celular, fomos para o Shopping Paris e almoçamos lá. Dentro do shopping, existe o Museu Planet 3D, que eu recomendo bastante a visita. Nesse museu, você pode ver e tirar fotos com muitas imagens que parecem estar em 3D.
No chão, existem demarcações informando onde você deve tirar as fotos para que elas pareçam estar em 3D. Tem todo tipo de imagem: com obras de arte, espaciais, com animais e em vários pontos turísticos. Se não me engano, a entrada custa 45 reais, mas vale muito à pena.
O único lugar ali que me deixou com agonia foi uma sala cheia de espelhos e luzes laranja. Eu tentava sair e batia num espelho e isso me deixou realmente desesperada. Tivemos que pedir ajuda para o moço da exposição. Vou deixar a foto dessa sala aqui embaixo, junto com as outras do museu.
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Depois que saímos do museu, voltamos para o Brasil e passamos a noite assistindo Netflix e comendo miojo. É isso, espero que gostem e amanhã eu volto com mais um diário de viagem. Até logo!
Olá,
Sou Laura Braga
27 anos. Formada em Comunicação Organizacional pela Universidade de Brasília. Procurando aprimorar a escrita e trazer sempre conteúdos melhores.