O aplicativo da semana é para resolver um problema que eu já tive muitas vezes na minha vida. Sabe quando você está com vontade de beber, mas está com pouco dinheiro e não sabe onde encontrar cerveja barata? A intenção do Litrão GO é lhe ajudar com isso.
Criado por brasileiros, o aplicativo teve como inspiração o Pokémon GO. Nele, você pode encontrar um mapa com base em sua localização e ver os bares que estão por perto.
Além disso, o aplicativo é todo voltado para a edição do público. Você pode adicionar um bar ainda não cadastrado e adicionar os preços das cervejas (que não precisam ser necessariamente litrão). Também pode atualizar os preços já cadastrados e confirmar se estão corretos.
O aplicativo é ótimo e simples de usar. Está disponível para iOS e Android e é completamente gratuito. Espero que gostem do Litrão GO e depois me chamem para tomar uma cerveja.
Oi, vocês devem ter notado que eu estive bastante sumida. Eu preciso me desculpar, estava viajando e na correria para conhecer os lugares, não tive tempo de escrever. Mas eu decidi falar um pouco da minha viagem, que foi maravilhosa.
Eu e minha mãe amamos viajar e queremos sempre conhecer lugares novos. Dessa vez, decidimos fazer uma viagem de 10 dias para conhecer o Paraná. Passamos 4 dias em Curitiba e os outros 6 em Foz do Iguaçu. Vou fazer um post sobre cada dia que passei nesses lugares.
Enfim, nossa viagem começou no dia 5 de janeiro. Saímos de Brasília às cinco da manhã e fizemos uma conexão em São Paulo. Chegamos em Curitiba mais ou menos nove horas da manhã.
Nós tínhamos alugado um apartamento pelo Airbnb, então fomos direto para lá para tomar banho. Assim que cheguei lá, fiquei chocada com aquele lugar tão chique. A nossa estadia lá foi maravilhosa (muito obrigada, Eliza!).
Depois de dar uma cochilada e tomar um banho, saímos para bater perna na cidade. Não sabíamos onde estávamos nem aonde estávamos indo, então ficamos só andando por aí e procurando um lugar para comer. Entramos no Mercado Municipal, que eu achei muito fofo, mas as filas dos restaurantes lá estavam enormes.
Vista da entrada do Mercado Municipal
Almoçamos um prato feito no Maria Bonita, um restaurante que fica na rua de trás do Mercado Municipal. A comida estava maravilhosa e por mais que o prato fosse enorme, a refeição não era pesada.
Um pequeno pedaço das prateleiras de um dos sebos
Depois, seguimos andando até a Rua XV de Novembro (a famosa Rua das Flores) e o caminho não foi pequeno. Além disso, ainda paramos em uns dois sebos porque eu e minha mãe somos as loucas dos livros.
Fiquei impressionada com o tamanho e a quantidade de sebos que tem por lá. Aqui em Brasília temos alguns, mas não chegam nem perto dos que eu vi em Curitiba.
Na Rua XV, andamos muito e exploramos a maioria dos espaços ali.
Uma das coisas que eu mais gostei foi o Bondinho da Leitura, onde você pode pegar um livro emprestado. Mesmo com uma pequena quantidade de livros, o espaço e a iniciativa são bem interessantes. Abaixo, vocês podem ver uma foto minha ao lado do bondinho. (Queria postar uma foto em que eu não aparecesse, mas infelizmente não tenho nenhuma foto apenas do bondinho.)
Depois de toda essa caminhada, fomos até a Praça Tiradentes e pegamos o ônibus de city tour. Eu, pessoalmente, sou contra esse tipo de passeio, mas deu para conhecer alguns lugares que eu não teria a oportunidade de conhecer.
O que eu achei bem interessante é que o ônibus de turismo faz parte do transporte público da cidade, enquanto na maioria dos lugares quem faz esse tipo de passeio são empresas de turismo.
O passeio durou mais ou menos duas horas e meia (nós não descemos em nenhuma parada, devido ao pouco tempo) e passou pelos lugares mais conhecidos da cidade, como a Ópera de Arame, Jardim Botânico e Museu Oscar Niemeyer.
Depois do city tour, desembarcamos novamente na Praça Tiradentes e fomos atrás de um lugar para um happy hour. Encontramos o Bar Água na Boca, que se mostrou uma boa opção (adoramos bares copo sujo).
Algumas cervejas depois, chamamos o Uber e voltamos para o apartamento. O primeiro dia em Curitiba foi extremamente cansativo, mas também foi muito bom.
Espero que tenham gostado do meu relato do primeiro dia em Curitiba, amanhã eu volto com outro diário de viagem e mais tarde tem texto novo e aplicativo da semana. Até logo!
Você me jogou no chão no meio da rua, e me forçou a beijar sua boca. Agiu como se tivesse direito sobre o meu corpo, como se eu não tivesse direito nenhum sobre ele.
Você me ameaçou e eu nunca senti tanto medo na minha vida. Naquela rua vazia, a única coisa em que eu podia pensar era na reação da minha mãe quando ela descobrisse meu corpo sem vida dias depois.
Naquele momento, eu tentei imaginar coisas boas para poder fugir de tudo aquilo, mas a verdade é que você me inundou de sofrimento e dor assim que chocou sua boca contra a minha.
Antes de esbarrar com você, eu era destemida. Andava por todo lugar sozinha, sem medo, conversava com todos. Hoje eu sou outra pessoa. Convivo com o medo diariamente quando saio de casa. Fico receosa de me aproximar das pessoas, isso tudo por culpa de alguém que eu vi apenas uma vez na vida.
E, para minha sorte, encontrei cinco anjos que me salvaram de você. Eu não sei quem são, mas me sinto grata de tê-los encontrado. Muitas mulheres não têm essa sorte. Muitas são estupradas e mortas, pelo simples fato de serem mulheres. E é por elas que eu tenho que lutar todos os dias.
Para 2018, te desejo muita paz. Que você consiga dormir tranquilo todas as noites e que nada tire seu sono. Que suas crises de ansiedade e depressão cheguem ao fim.
Desejo que seu ano tenha muitas realizações. Que você consiga aquela tão desejada vaga no seu curso, que tenha o emprego dos sonhos. Ou então que você saia num mochilão pelo mundo, se for isso que você quiser.
Que você saia desse relacionamento abusivo, que se livre dessa amizade tóxica. Que arrume algo melhor do que aquele emprego que você odeia.
Desejo que você encontre a pessoa que te faça dormir sorrindo. Ou, então, se você já a encontrou, que tenha coragem de dizer sempre a ela o quanto ela é importante.
Que você se aproxime ainda mais dos seus amigos, que tenha sempre pessoas ao seu lado.
Desejo que você aprenda a amar a sua companhia, mesmo que isso signifique ficar em casa sozinho assistindo Netflix em pleno sábado à noite.
Espero que 2018 seja o melhor ano da sua vida, sem mais.
Perdão por estar atrasada de novo, mas para esse texto de hoje foi difícil ter uma ideia.
Espero que gostem!
Dia 11: Comece sua história com “Nunca mais, é uma promessa…”
Nunca mais, é uma promessa, vou me jogar de cabeça.
As pessoas não sabem mais lidar com sentimentos. Acabam fazendo coisas sem pensar como as outras pessoas vão ficar.
A única coisa com a qual elas sem importam são elas mesmas e acabam ignorando quem está ao seu redor.
Não conseguem ser sinceras, não se importam em magoar os outros. As pessoas chegaram em um ponto em que elas só se importam com elas mesmas.
Eu tenho a mania de me jogar. De fazer tudo que eu posso para agradar quem eu gosto. Tenho o defeito de querer demais, correr atrás. Agora, eu prometo para mim mesma: só vou me entregar se for recíproco.
Hoje, olhando meu celular, encontrei algumas mensagens que me fizeram refletir. Mensagens trocadas a vários anos atrás, cheia de declarações, planos e promessas. Consigo me imaginar lendo essas mensagens deitada na cama, com um sorriso bobo no rosto. Eu pensava que tinha encontrado o amor da minha vida, mas quantos amores da vida já passaram por mim?
Todos os dias, cruzamos com diversas pessoas. Nos divertimos, nos emocionamos, sorrimos, beijamos, amamos. Fazemos promessas que nunca teremos condição de cumprir. Mas tudo bem, porque todos nós mudamos. Tudo muda o tempo todo.
Quando eu era criança, acreditava que ia conhecer meu príncipe encantado e me casar. Hoje, eu nem sei se acredito em destino e almas gêmeas. Talvez o amor seja quando as pessoas gostam tanto uma da outra que decidem ficar juntas e se suportar. Talvez seja apenas passageiro, como todo o resto das coisas.
Quantas pessoas me prometeram amor eterno e sumiram? Quantas noites eu fiquei chorando por culpa de um amor correspondido? E hoje eu não lembro nem do nome de muitas delas. Tudo passa, ainda bem, ou muita gente ficaria chorando para sempre pelo primeiro amor.
Estou extremamente atrasada com os posts do blog, mas a culpa é do Natal e das milhares de coisas que eu tinha que fazer.
Como vocês passaram de Natal? Espero que tenham tido uma ótima comemoração junto com a família/amigos de vocês.
Bom, agora deixa eu parar de enrolar. O aplicativo da semana eu descobri da existência dele hoje. Estava procurando um jogo para baixar para acabar com o tédio e então descobri o Blackbox.
O Blackbox é um jogo de raciocínio onde o objetivo é acender as luzes presentes ali. Para acender essas luzes, você precisa concluir os desafios. Os desafios utilizam as configurações e os sensores do celular.
É um jogo muito divertido e também muito frustrante, porque você tem que quebrar a cabeça para completar os desafios.
O jogo só está disponível para iOS (infelizmente) e é gratuito. Você pode comprar desafio extras dentro do aplicativo.
É isso, espero que gostem do Blackbox. Mais tarde eu volto com o texto do dia. Até logo!
Infelizmente, não tive como escrever o texto ontem, porque estou em Minas visitando minha família. Mas hoje consegui tirar um tempinho e vir aqui fazer mais um dia desse desafio.
Dia 10: Olhe diretamente para a sua esquerda. Use o primeiro objeto que você viu como uma metáfora para uma ideia abstrata.
A mala encostada na parede do quarto era um retrato de tudo que eu queria ter sido. Meu sonho era ser uma pessoa independente, corajosa o suficiente para sair pelo mundo sem ter medo de nada.
Em minha cabeça, imagino-me fazendo coisas indescritíveis. Dando uma volta ao mundo, saindo da rotina, conversando com aquela pessoa que sempre tive vontade de me aproximar.
A mala me mostra que eu fracassei no que eu sonhava quando era criança. Que eu poderia ter sido muito mais, se tivesse coragem para me aventurar.
Comprei essa mala pensando em explorar o mundo. Mas, infelizmente, ela nunca foi usada.
Olá,
Sou Laura Braga
27 anos. Formada em Comunicação Organizacional pela Universidade de Brasília. Procurando aprimorar a escrita e trazer sempre conteúdos melhores.