• Mais atrasada do que eu? Sempre consigo me surpreender, mas se eu não estiver atrasada não sou eu.

    Bom, o desafio de hoje me fez pensar muito, porque eu não queria focar num aspecto romântico. Porque todos esses textos de pessoas diferentes são tipo “encontrei nele o que faltava em mim” e essa não era nem um pouco a minha intenção.

    Então, decidi focar em uma relação de amizade. E o lugar? Bom, um dos meus lugares favoritos, a Pedra Bonita no Rio de Janeiro – RJ, onde eu voei de asa delta. Inclusive, se alguém tiver vontade de voar de asa delta eu recomendo demais.

    Por mais que eu já tenha voado de asa delta nesse lugar, essa não é uma história real. Acabei de inventar para postar para vocês. Espero que gostem!

    Dia 8: Duas pessoas completamente diferentes se conhecem de um jeito incomum…

    Levanto-me da cama, pensando se eu realmente quero fazer isso. Tomo um banho rápido, tentando animar um pouco. Será que esse é o melhor presente de aniversário que eu poderia querer? Ontem eu estava tão animada com isso, mas hoje…

    Visto mais uma de minhas roupas pretas, mesmo com o Sol de quarenta graus no Rio de Janeiro. Por mais que eu já tenha tentado me vestir de outra maneira, só me sinto confortável com esse tipo de roupa.

    Assim que estou pronta, pego meu carro e vou até o local planejado. Decido não comer nada, pois não quero ter o que vomitar. Estaciono meu carro em frente à praia de São Conrado, vendo várias pessoas com cartazes “Voo de asa delta”.

    Vou até uma dessas pessoas, que logo me leva para que eu faça minha carteirinha do Clube São Conrado de Voo Livre. Depois disso, subimos o morro e chegamos na pista de decolagem na Pedra Bonita.

    Vejo que o local está cheio e reparo em uma garota sentada sozinha em um canto. Reviro os olhos ao ver como ela está vestida: um short e uma blusa de babados. Além disso, ela está tirando selfies em seu celular. Provavelmente mais uma daquelas garotas metidas com a qual eu nunca conversaria.

    O instrutor me avisa que o vento está muito forte e que teremos que esperar um pouco antes de decolar. Procuro então um lugar para sentar, mas vejo que o único disponível é ao lado da garota. Sento-me lá então, pegando meu celular logo em seguida.

    — Nervosa? – ela pergunta.

    — Muito. – respondo sem olhar para ela, tentando cortar o assunto. Mas a garota me surpreende.

    — Gostei da sua camiseta. Eu sou muito fã dessa banda. – olho para ela, surpresa. – É, eu sei, tenho cara de patricinha, todos me dizem isso.

    Então, bloqueio o meu celular e o guardo no bolso. Entro em uma discussão com a garota, tentando decidir qual a melhor música da banda. Infelizmente, no momento em que estamos chegando a um consenso, meu instrutor me diz que poderemos voar.

    Despeço-me da garota, mas não sem adicioná-la no Facebook primeiro. Em poucos minutos, estou no ar, sabendo que terei uma amiga com quem conversar assim que meus pés tocarem o chão.

  • aplicativo-peak.png

    Boa noite!

    Ontem antes de dormir eu estava pensando em coisas que eu poderia colocar no blog e então tive uma ideia.

    Quem me conhece sabe que eu sou a louca dos aplicativos. Tenho um milhão de aplicativos no meu celular e sempre sei recomendar aplicativos. As minhas amigas quando querem baixar um aplicativo novo vem logo me perguntar, sério.

    Por isso, decidi criar o Aplicativo da Semana, para que eu possa indicar os meus apps queridinhos.

    Decidi começar pelo Peak, aplicativo que eu e minha mãe adoramos. É um aplicativo onde, todos os dias, você tem alguns jogos para exercitar o cérebro. São de quatro a seis jogos (dependendo se você é ou não usuário pago), cada um deles durando de 2 a 3 minutos. Cada jogo trabalha diferente parte do cérebro e no final ele te dá a pontuação geral e a pontuação de cada área.

    Como ele é um aplicativo de exercícios, você deve jogar todos os dias. Mas isso não vai ser nenhum problema, já que ele é muito divertido. O aplicativo é gratuito e está disponível para Android e iOS, e também tem uma versão paga com mais funcionalidades.

    É isso, espero que gostem e aproveitem o Peak. Volto na próxima semana com mais um aplicativo.

     

  • Oi!

    Vim correndo aqui postar porque eu tinha que estar saindo de casa agora e estou super atrasada haha. Espero que gostem do texto de hoje porque eu adorei escrevê-lo.

    Dia 7: Escreva uma história com as palavras: ÁRVORE, CAIXA, AVÔ e PASTA DE DENTE.

    A grande árvore em meu quintal denuncia a bela história que eu vivi. No verão de 1960, acabei me apaixonando por uma bela moça que morava na rua de cima. Ela nunca me deu atenção, mas eu faria tudo para conquistá-la.

    Fiz amizade com seu irmão mais velho e, por isso, estava sempre em sua casa. Observava-a de longe, mas ela parecia não notar minha presença. Nunca trocamos mais do que alguns cumprimentos e isso acabava me deixando extremamente frustrado.

    Um dia, fui até a casa dela encontrar-me com seu irmão. Ela me disse que ele não estava em casa, mas pediu que eu esperasse por ele lá. Então, para a minha surpresa, ela se sentou ao meu lado e nós começamos a conversar. E eu fiquei ainda mais apaixonado.

    Comecei a guardar todas as suas informações em minha cabeça. As coisas que ela gostava de fazer, os lugares que ela gostava de ir. Não queria esquecer nenhum detalhe pois queria poder agradá-la futuramente.

    Seu irmão demorou algumas horas para chegar, mas, depois desse dia, minha relação com ela foi completamente transformada. Eu conversava com ela todas as vezes em que ia a sua casa, até que, finalmente, criei coragem para chamá-la para sair. Sem pensar duas vezes, ela disse sim.

    No nosso primeiro encontro, eu a surpreendi completamente. Lembrei-me de todas as coisas que ela havia me dito que gostava e levei cada uma delas. Comprei seu chocolate favorito, a levei no seu lugar favorito – um belo teatro, por sinal –, e ao fim da noite, quando seus lábios tocaram nos meus, eu tive a certeza de que era ela.

    Depois disso, nunca mais nos separamos. Fizemos faculdade juntos, nos casamos e viemos morar nessa casa, de onde eu vejo a grande árvore que plantamos. Até que o destino tirou tudo de nós. Um dia, acordei e fui chamá-la para tomar café, mas seu corpo estava frio. Ninguém nunca soube me dizer o que aconteceu. Era a hora dela, eles disseram. Hora dela? Mas como pode ter chegado a hora de uma mulher de 45 anos?

    Hoje, tudo que me resta é essa caixa. Uma caixa cheia de lembranças. O ingresso do teatro do nosso primeiro encontro, fotos do nosso casamento, cartas que ela escreveu para mim, até a embalagem da primeira pasta de dente que nosso filho usou.

    Mas eu me sinto feliz por ter tido a oportunidade de tê-la ao meu lado. Se hoje eu sou um homem completo, é por causa dela. Ela me ensinou tudo que eu sei, ela me ajudou nos momentos mais difíceis. Hoje, fico feliz em saber que uma parte dela sempre estará perto de mim. Acabei de me tornar avô.

  • Boa noite!

    Estou atrasada de novo, só que dessa vez são vários dias. O fim de semana acabou sendo cheio e eu não tive tempo nem disposição para escrever.

    Bom, esse desafio foi extremamente difícil para mim, por isso que eu não escrevi muito.

    Dia 6: Faça uma lista de 5 coisas que você tenha medo de que aconteça a você. Escreva uma história em que cada uma delas aconteça com o seu personagem.

    Aos sessenta anos, pergunto-me: Onde eu consegui chegar? Tenho uma vida considerada normal. Tenho uma casa, um carro e uma boa saúde. Acumulei uma boa quantidade de dinheiro, mas, ao meu ver, não tenho nada.

    Cresci apenas com meu pai e meu irmão. Um acidente de carro os matou, deixando-me sozinha. Nesta época, tive o apoio de meus amigos, mas, com o passar dos anos, eles foram me abandonando, um a um.

    Nunca me casei e nem tive filhos, talvez pelo fato de ter dedicado tanto tempo ao trabalho. Por isso, sou completamente sozinha no mundo. Sinto falta de ter alguém para abraçar, alguém para tomar uma cerveja comigo e conversar sobre a vida. Nunca pensei que ficaria tão sozinha assim.

    Essa casa enorme, parece ainda mais enorme para mim. A minha única companhia são os espíritos que habitam esse lugar. Toda noite escuto eles se movimentarem, mas não tenho coragem de chamar alguém para tirá-los daqui.

    É bom ter uma estabilidade financeira, mas poxa, advogada? Desde criança o meu sonho sempre foi ser cineasta e eu nunca consegui fazer um mísero filme. Além disso, sinto que não estou deixando nenhum legado. Não tenho sucessores, não me tornei reconhecida, não fiz nada pelo qual as pessoas se lembrarão de mim. Assim que eu morrer, será como se eu nunca tivesse andado pela Terra. Eu desaparecerei.

  • Voltei com mais um desafio!

    Não consegui pensar em uma palavra, por isso joguei no palavras aleatórias de novo e a palavra sorteada foi atração.

    O texto não ficou dos melhores porque estou com zero inspiração para falar desse tema. Enfim, vamos ao desafio.

    Dia 5: Pense em uma palavra qualquer e pesquise imagens no Google sobre ela. Escreva uma história sobre a 7ª imagem.

    E esta é a imagem:

    atração

    Como ela conseguia isso, ele não sabia. O que ele sabia era que ela conseguia encantar a todos por todos os lugares onde passava. Era como se ela tivesse um ímã dentro de si. Aquela garota acumulava admiradores de todos os tipos: baixos, altos, gordos, magros.

    Todos os dias, diversos homens da cidade tentavam conquistá-la, mas ela não ligava para nenhum deles. Era como se ela não soubesse a atração que eles tinham por ela, pois ela sempre os ignorava. Mas ela nunca era mal educada, isso não.

    A garota estava completamente empenhada em seu futuro. Queria estudar, construir sua carreira e sabia que nenhum daqueles homens iriam lhe dar isso. Sim, um dia ela queria namorar, conhecer alguém de quem ela gostasse muito. Mas, enquanto não chegasse a hora, o que todos aqueles homens sentiam não iria passar de mera atração.

  • Oi!

    Estou atrasada hoje de novo e minha desculpa, dessa vez, é falta de inspiração. Entretanto, hoje passei o dia lendo o livro Holocausto Brasileiro de Daniela Arpex (muito bom, por sinal), que fala sobre as pessoas internadas no Hospital Psiquiátrico de Barbacena, que era praticamente um campo de concentração.

    Sei que passar 7 dias trancado é muito diferente de passar 50 anos, mas acabei me inspirando um pouco na história dessas pessoas que perderam totalmente sua liberdade por culpa de outras pessoas.

    Enfim, vamos ao desafio.

    Dia 4: Imagine que você está impossibilitado de sair de um quarto pelos próximos 7 dias. Escreva uma crônica sobre cada um dos dias, usando no máximo 100 palavras para cada dia.

    Dia 1

    O quarto não me parece tão ruim. Nunca fui uma pessoa muito sociável, então estar trancado num quarto não é uma ideia desesperadora para mim. Tenho comida, água, uma cama para deitar e muitas coisas para pensar. Na verdade, acho que será até bom poder me isolar da sociedade um pouco, para que assim eu possa colocar meus pensamentos em dia. Escuto o barulho baixo do relógio na parede, o que é até uma distração para mim. Tenho algum som para escutar e também posso calcular quanto tempo falta até que eu possa sair.

    Dia 2

    Passei o dia todo dormindo. A cama macia foi minha aliada e nos meus sonhos eu pude visitar meus amigos, meus familiares. Como aqui não tem banheiro, tive que fazer minhas necessidades em um balde que estava jogado em um canto do quarto. Não me importei com isso, já que sempre fui muito sem frescura. Entretanto, o barulho do relógio começou a me irritar um pouco, mas não é nada com que eu não possa lidar. Além disso, o tédio reina aqui.

    Dia 3

    Estou começando a ficar irritado por não poder sair daqui. Acho que o que nos revolta é a ideia de estarmos aprisionados, e não a prisão em si. Eu ficaria dias fechado em meu quarto sem problemas, mas saber que eu não posso sair acaba me revoltando. O cheiro de minhas fezes começou a me incomodar. Minha vontade é de jogar todas elas pela janela, mas a janela não abre. Não consigo mais dormir, por isso, fico olhando para o relógio e vendo o tempo passar.

    Dia 4

    Eu não sei qual a temperatura lá fora, mas aqui dentro o calor é insuportável. Todo o meu corpo transpira, por mais que eu já tenha arrancado cada peça de roupa que vestia. Não aguento mais ficar deitado na cama, por isso, deito-me no chão para me refrescar. O barulho do relógio me irritou tanto que eu quebrei o aparelho. Mas continuo ouvindo seus tiques em minha mente, seus barulhos me perturbando constantemente. Já estou enlouquecendo por ficar sem dormir, mas, não importa quantas vezes eu me revire, o sono não aparece.

    Dia 5

    Eu não faço ideia de quanto tempo já se passou ou em que dia estamos. Para mim, parece que estou preso nesse lugar a décadas. Comecei a escrever com as unhas textos na parede. Coisa de escritor, eu acho. Horas atrás, consegui dormir um pouco. Em meus sonhos, estava em um piquenique em um enorme jardim, junto com todas as pessoas pelas quais tenho estima.  A droga foi acordar e ainda estar nesse quarto.

    Dia 6

    O cheiro de fezes está insuportável. Além disso, a comida está chegando ao fim. Espero que isso signifique que estou mais perto de sair daqui e não que eu estou comendo demais. Sinto-me fraco, com dificuldades até para me levantar. Talvez a debilitação mental traga consequências físicas também. Mas o que eu sei disso? Sou apenas um escritor. Ou era, antes de entrar nesse lugar.

    Dia 7

    Eu não aguento mais esse lugar. Nas minhas contas, este já é o oitavo dia e, até agora, não tive nenhum sinal de que irei sair. Acho que vou acabar preso aqui pelo resto da vida e, quando a comida acabar, terei que me alimentar de minhas fezes. Depois disso, morrerei de inanição. Estou perdendo todas as minhas esperanças, nem as lembranças de meus amigos me animam. Mas, para a minha surpresa, escuto um barulho da porta se abrindo. Quando olho para o lado, vejo uma luz tão forte que acabo desmaiando.

  • gifl2Sempre me joguei de cabeça nos relacionamentos. Sempre fiz de tudo para que desse certo. Era a primeira a colocar sentimentos, a primeira a demonstrá-los e, muitas vezes, fui a única.

    Dei minha cara a tapa e apanhei muito. Fui muito magoada, por pessoas que não sabiam lidar com todo o carinho que eu tinha para dar. Recuperei-me, mas toda ferida deixa cicatrizes. E a minha foi desaprender a lidar com sentimentos.

    Eu ainda sinto, claro, e muito. Sempre fui uma pessoa extremamente sensível e que faz de tudo para poder agradar quem gosta. Que gosta sempre de dar e receber carinho, o máximo possível. Mas eu já não sei como lidar com isso. Não sei como agir, porque não tenho certeza se a pessoa do meu lado só está querendo me magoar. Se ela só quer brincar com o que eu sinto e depois ir embora rindo da minha cara.

    Eu sempre fui um poço de amor, mas o amor também me tornou fria. Pelo menos à primeira vista, já que, por dentro, continuo sendo a mesma de sempre.

  • Oi!

    Estou meio atrasada? Sim, 18 minutos para ser mais exata. Mas eu não tive tempo de escrever isso mais cedo porque fiquei em casa metade do dia sem ouvir nem um diálogo, e, na outra metade do dia, estava na rua. Cheguei em casa faz pouco tempo e vim correndo escrever.

    Enfim, esse texto foi um pouco como um desabafo. A parte do diálogo que eu escutei está em itálico.

    Dia 3: Escreva 500 palavras começando com um pedaço do próximo diálogo que você ouvir.

    Eles querem me derrubar. Querem me ver destruída, para que possam sair por cima. Desejam me humilhar, me rebaixar. Eles querem me calar com o objetivo de falar em meu nome. Mas eu não vou me calar.

    Tenho minhas próprias ideias, meus próprios pensamentos. O que eu sinto, o que digo, como ajo, tudo isso é valido. É válido porque sou uma pessoa como todos eles e se não me deixarem falar, eu vou gritar.

    Posso até sair como doida, já que, para a maioria deles, uma mulher que se impõe deve estar completamente fora de si. Eu não ligo. Nasci com esse direito, assim como todos os outros. Tenho uma voz, e não é o fato de eu ser uma mulher que vai me impedir de usá-la.

    Eu sou igual a todos eles. Tenho necessidade de ouvir, assim como de ser ouvida. Quero que me respeitem, que me vejam como um ser humano. Estou cansada de ser tratada todos os dias como um pedaço de carne.

    Não, eu não estou nesse mundo para satisfazer as suas necessidades carnais. Eu não quero que você se aproxime de mim se esse for seu único interesse. Se não estiver interessado em conhecer a pessoa além do corpo, eu peço desculpas, mas terei que recusar.

    Por muito tempo fui a garotinha bobinha que aceitava que falassem por mim. Fiquei com pessoas que gostavam apenas do meu exterior, na esperança de que uma delas fosse achar meu interior bonito também, e gostar de mim de verdade. Eu não sou mais essa pessoa.

    Comecei a dizer o que estava guardado dentro de mim. “Não, eu não quero”. “Não vou ficar com você me magoando só para te deixar feliz”. A minha intenção não é magoar ninguém, uma vez que eu já fui muito magoada e odeio ver outras pessoas mal. Mas eu não posso ficar sofrendo para deixar outra pessoa feliz. Não posso me anular como pessoa, apenas para que outra pessoa se sinta completa. Não posso me calar para que alguém se sinta superior a mim. E por esse motivo, encontrei, então, a voz que ficou muitos anos guardada dentro de mim. Que ficou anos esperando ser libertada e que precisou de um grande empurrão para isso.

    Aprendi a me respeitar. Respeitar meu corpo, meu coração e, principalmente, meus desejos. Ainda cometo muitos erros, eu sei. Mas, atualmente, o que eu faço é o que eu quero. É o que eu escolhi para mim, mesmo que esta escolha seja completamente errada. É o que minha alma pediu e não o que os outros disseram para eu fazer.

    Ainda estou tentando descobrir o meu lugar no mundo. Descobrindo o que eu quero fazer, o que eu gosto, o que não gosto. Mas tenho certeza de que qualquer coisa que eu decidir fazer, não farei calada. Colocarei minha voz, meus sentimentos, meu coração. Eles querem me derrubar, mas eu vou continuar me rebelando. Eles querem me calar, mas, se preciso for, morrerei gritando.

Sou Laura Braga

27 anos. Formada em Comunicação Organizacional pela Universidade de Brasília. Procurando aprimorar a escrita e trazer sempre conteúdos melhores.