• Olá meus amores!

    Voltei com mais um diário de viagem, falando agora sobre o segundo dia em Roma.

    O dia começou com uma visita ao Vaticano. O Vaticano é um país que fica no centro de Roma e sua construção começou em 1447 com o Papa Niccolò V. A Capela Sistina teve sua construção iniciada em 1471 e os Museus do Vaticano foram fundados em 1506, com a ligação entre algumas galerias já existentes.

    Fachada dos Museus do Vaticano.
    Imagem: Provável escritora

    E foi assim que iniciamos nosso dia. Fomos aos Museus do Vaticano às 7h, duas horas antes de sua abertura.

    O local em si já é impressionante. Tetos com pinturas deslumbrantes, portas enormes, objetos feitos de ouro.

    Mas temos que admitir que o ponto alto dessa visita é a Capela Sistina, nome em homenagem ao Papa Sisto IV, e lugar onde encontramos algumas das maiores obras primas de Michelangelo. Ela se encontra dentro dos Museus do Vaticano. Atualmente, não ocorrem celebrações lá, mas continua sendo a sede do conclave, onde o Colégio dos Cardeais escolhe um novo papa.

    O lugar é impressionante, mas fotos não são permitidas. Entretanto, muitas pessoas estavam tirando fotos escondidas. Algumas eram repreendidas, outras não. Algo que me decepcionou muito foi a grosseria dos seguranças com os visitantes. Eles gritavam pedindo silêncio e chegavam até a empurrar algumas pessoas para que elas andassem mais para frente. Por esse motivo, não tive muito tempo de apreciar toda a beleza dos afrescos de Michelangelo.

    Continuamos a visita e vimos mais algumas obras e também as áreas externas do museu. É um lugar muito bonito e me senti muito feliz de ter visitado. Todos que visitarem Roma deveriam ir aos Museus do Vaticano.

    Depois do Museu do Vaticano, fomos para a Basílica de São Pedro. A Basílica é a igreja do Papa e abriga a Santa Sede. Todas as quartas-feiras ele realiza a audiência papal, sua missa da semana. No resto do tempo, a Basílica tem visitação gratuita.

    A Basílica por fora já é um espetáculo, mas por dentro é ainda mais impressionante. Podemos ficar horas observando cada detalhe e ainda não seria o suficiente. Além disso, é um lugar com uma energia boa, onde nos sentimos mais leves.

    Dentro da Basílica, encontra-se outra obra muito famosa de Michelangelo, a Pietà, que representa Jesus morto nos braços da Virgem Maria. É uma escultura muito bonita, que orna bem com o interior da igreja.

    Saímos da Basílica, enviamos cartões postais pelo correio do Vaticano e fomos para o Castelo de Sant’Angelo. Começou a ser construído em 135 pelo Imperador Adriano, que pretendia usá-lo como mausoléu para sua família. Acabou se tornando um edifício militar que muitas vezes oferecia proteção para o Vaticano.

    No castelo, vemos algumas celas onde ficavam os prisioneiros, os quartos onde os Papas se hospedavam e alguma artilharia de guerra, como canhões. Não vi nada de especial no castelo, mas possui uma ótima vista panorâmica.

    Saindo do castelo, fomos para o Foro Romano e o Monte Palatino, já que não havia dado tempo no dia anterior. Vimos a ruínas dos antigos prédios do Império Romano. Subimos o Monte Palatino, uma das partes mais antigas da cidade, que pode ter sido habitada desde 1000 a.C.

    Infelizmente, como chegamos no final da tarde, não conseguimos ver tudo que estes dois locais poderiam nos proporcionar, mas foi lindo ver o Sol começar a se pôr lá.

    Depois disso, fomos jantar e voltamos para o B&B. E assim acabou o segundo dia de viagem. Espero que tenham gostado, volto amanhã com mais um capítulo.

    Beijos e até logo!

  • Osvaldo

    Seu Osvaldo nasceu no meio do nada. Para onde quer que olhasse, via apenas mato. E vacas, bois, cavalos e galinhas. Entretanto, o que mais gostava era o mato. Adorava passar a mão pelas folhas das árvores e se pendurar em seus galhos. Foi este ambiente que ocupou durante quase toda sua vida.

    Filho bastardo, ajudou a mãe a cuidar de seus dez meios-irmãos. Frequentemente, era vítima dos acessos de raiva dela, mas não se importava. Continuava tomando conta de tudo e de todos, não importando o que acontecesse.

    Aos vinte anos, saiu da casa da mãe pois a situação havia ficado insustentável. Depois do nascimento dos seus dois primeiros sobrinhos, não havia mais espaço para todos habitarem a mesma casa. 

    Conseguiu um emprego na fazenda do senhor Borges, um homem muito rico que possuía um terreno de mais de quinhentos alqueires. Lá, conheceu Vaninha, a filha do patrão. Sentia-se nervoso perto dela e o seu maior desejo era poder tocar seus cabelos castanhos e roubar-lhe um beijo. Vaninha sentia atração por ele, mas sabia que não era certo.

    Uma noite, seus sonhos se realizaram. A lua iluminava o céu e ele havia terminado seu trabalho naquele dia. Estava fedido e sujo quando Vaninha apareceu. Ele nunca tinha visto mulher tão linda. Ela parecia brilhar naquela noite. Seus cabelos estavam soltos e usava um vestido de noite. Enquanto Vaninha esperava sua carona para a quermesse, começaram a conversar. Ela não apareceu em evento nenhum naquela noite. 

    Uma semana depois, fugiram para o Mato Grosso. As mãos de seu Osvaldo suavam e o coração falhava ao pensar na possibilidade de serem pegos, mas se sentia prestes a desmaiar cada vez que olhava para Vaninha. Se tivesse ganhado na Mega Sena, ainda se sentiria menos sortudo do que naquele momento. Ela, por espontânea vontade, havia deixado tudo para fugir com ele. Osvaldo só tinha carinho e dedicação para lhe dar.

    Algum tempo depois, ele descobriu que o Senhor Borges havia oferecido uma recompensa pela cabeça deles. Não se importou com isso, pois estava longe do Maranhão e muito apaixonado pela mulher. 

    Viveram felizes por muitos anos na casa de seu novo patrão. Enquanto ele trabalhava na fazenda, Vaninha cuidava de seus quatro filhos. Ele sempre a surpreendia com flores ou suas comidas favoritas. Todas as noites, antes de dormir, dizia a ela:

    –– Amo você mais do que todas as estrelas do céu!

    E ela sorria.

    Mas o tempo passou, os filhos foram embora de casa e Vaninha passou a ficar mais deprimida. Reclamava de tudo. Da comida que era pouca, da distância dos filhos, da ausência do marido durante todo o dia. Osvaldo tentava agradá-la levando-a para as quermesses, levando sua fruta favorita, mas nada parecia resolver o problema. 

    Em um fatídico dia, Vaninha parou de reclamar. Tudo para ela era bom e todos os esforços de Osvaldo eram recompensados. E assim viveram por mais de dez anos, ambos com sorriso enorme no rosto.

    Aos sessenta anos, Seu Osvaldo vivia o melhor momento de sua vida. Tinha uma esposa maravilhosa, filhos prestativos e havia virado homem de confiança do dono da fazenda. Chegou em casa com um buquê de margaridas apanhadas no quintal, mas a habitação estava silenciosa. Gritou por Vaninha, não obtendo resposta.

    Correu até o quarto e sentiu as vistas escurecerem, caindo em um baque surdo. Ao acordar, Vaninha ainda estava lá, banhada em vermelho. Seu Osvaldo também havia caído no grande rio de sangue. Gritou para chamar ajuda e essa foi a última vez que se escutou sua voz.

    Vinte e dois anos se passaram. Osvaldo continua mergulhado no silêncio. A pedido seu, não recebe visita dos filhos e o único som que resiste é o da televisão, constante e aprisionador. A vida é cada vez mais silenciosa, enquanto tudo grita dentro dele.

    Seu Osvaldo se culpa o tempo todo por não ter estado presente, por não ter ouvido a mulher que amava. Que ainda ama. No silêncio da casa, ele ainda a escuta. Mas, ao contrário do que se espera, ela não grita. Vaninha está calada, assim como Osvaldo, assim como milhares de pessoas que decidem se calar para enfrentar a dor. 

    Silêncio. A noite toda transcorre em silêncio. Nenhum barulho, nem dos passos vacilantes do homem, nem dos grilos que cantavam sempre. Nem mesmo as vacas se movem no campo. Hoje Seu Osvaldo desligou a televisão.

  • Olá meus amores!

    Fiquei um bom tempo afastada daqui, parece que faz anos. Por isso, quero me desculpar com vocês. Não tive tempo nenhum de entrar aqui ou no Instagram, fiquei um mês viajando pela Europa, correndo de um lado para o outro.

    Agora, trago para vocês o diário dessa viagem maravilhosa e espero que vocês gostem de ler sobre o assunto.

    A minha saga de viagem começou no dia 9 de outubro. Eu e minha mãe saímos de Brasília às 14h e antes das 16h já estávamos em São Paulo. Nosso voo para Roma saía apenas às 20h, por isso ficamos no aeroporto aguardando.

    Eu e minha mãe indo para Roma.

    Tudo deu certo no nosso voo e chegamos em Roma uma da tarde. Do aeroporto, pegamos um trem até Roma Termini, o terminal central da cidade. Como nosso B&B (bed & breakfast) era próximo, fomos andando para lá.

    Fomos muito bem recebidas pela Isabelli e seu marido, um casal de chineses muito simpáticos. Como já estava quase na hora da nossa visita ao Coliseu, chamamos um Uber e fomos para lá (fiquei chocada – e com um pouco de medo também – com os Ubers que são grandes vans pretas).

    Chegamos ao Coliseu às quatro da tarde e não demorou muito para entrarmos, já que os ingressos estavam comprados. Fiquei espantada com o tamanho daquele lugar. Sério, quando você olha o Coliseu com toda a sua grandiosidade, a única coisa que consegue pensar é “Uau”.

    Imagem: Provável escritora

    Para quem não sabe, o Coliseu começou a ser construído em 72 d.C pelo Imperador Vespasiano e suas obras foram concluídas em 80. É o maior anfiteatro já construído e era utilizado para combate de gladiadores e espetáculos públicos.

    Entretanto, não achei o lado de dentro tão impressionante quanto o de fora. O Coliseu está em obras e, além disso, muitas coisas foram destruídas, devido a terremotos e saques. O clima também não é dos mais agradáveis, por conta das barbaridades que aconteciam ali.

    Depois do Coliseu, como possuíamos ingresso conjunto, fomos procurar a entrada do Monte Palatino e no Foro Romano. Subimos todo o morro, visitamos uma igreja e quando encontramos a entrada do Monte, este já estava fechado.

    Fomos andando do Coliseu até o B&B, parando em um restaurante para jantar. Comemos uma típica comida italiana, muita pasta! A refeição estava deliciosa e pedimos um vinho para acompanhar.

    Depois, voltamos para onde estávamos hospedadas e fomos dormir. E esse foi o nosso primeiro dia em Roma. Espero que tenham gostado. Ainda tenho muita coisa para mostrar aqui, aguardem o próximo post. Beijos e até logo!

  • 16. Você acorda em um lugar, um país estranho, e não se lembra como foi parar lá

    Levanto de minha cama sentindo-me renovada após uma longa noite de sono. Alongo cada parte de meu corpo, sentindo aquela preguiça matinal. Quando abro os olhos, não reconheço o lugar onde estou. A cama é comprida e larga, as paredes rosadas, e um pôster de algo que se parece um gato está pendurado ao lado da cama. Onde estão todas as minhas coisas? Cadê a minha cama média, meus pôsteres do Bruno Mars e meu celular? E onde está meu cachorro?

    Passo os olhos pelo quarto e tenho um sobressalto ao perceber que não estou sozinha. Não o teria visto se não estivesse examinando milimetricamente o quarto. O homem veste uma blusa branca e uma calça azul e parece coberto com algum tecido amarelo. Seu rosto está escondido nas sombras e vejo apenas grandes olhos a me fitarem com interesse.

    – Quem é você? – a voz quase não sai. – Onde eu estou? Por favor, não me machuque. Eu não sei quem você é e não vou contar para ninguém que me prendeu aqui mas, por favor, não me machuque.

    – Eu te prendi? Haha, essa é engraçada. – o homem anda em minha direção e eu percebo que ele não tinha tecidos amarelos, na verdade, ele era completamente amarelo. – Ei, não se assuste. – tento me grudar ainda mais na cama, como se houvesse espaço suficiente. – Meu nome é Homer Simpson. – ele estende a mão pra mim e eu o encaro assustada. – Não tem porque ter medo de mim, garotinha. Não existe ninguém nessa cidade que não goste de Homer Simpson!

    Neste momento, outro homem, também amarelo, caminha pela rua, bem próximo à janela do quarto. Ele vê Homer e dá um sorriso, dizendo:

    – Ei Homer! O que está fazendo?

    – Ahhh, cala a boca, Flanders! – retruca e depois vira-se para mim. – Então, como eu estava dizendo, sou Homer e você está na minha casa, em Springfield. Este é o quarto do meu filho Bart, aquele… – ele dá um leve grito de raiva e escutamos batidas na porta. – Ah! – grita. – Deve ser minha esposa, Marge.

    Uma mulher amarela de um alto cabelo azul entra no quarto. Ela usa um vestido verde, e colar e sapatos vermelhos. Ela sorri para mim com afeto e começa a falar sobre comida, a vizinhança e sua família. Sua voz vai ficando cada vez mais baixa e eu vou perdendo o foco, até não enxergar mais nada. Abro os olhos novamente. Estou no meu quarto, com meus pôsteres do Bruno Mars e meu celular. Acho que estou assistindo aos Simpsons demais.

    Volto a dormir.

    Dois grandes olhos brilham no canto do quarto.

  • Hymne a l’amour

    Imagem: Robert Doisneau

    Madeleine caminha pelas ruas apressada. Traja um vestido curto, um grande casaco e um chapéu branco na cabeça. O homem, um senhor de mais de sessenta anos, quase tem que correr para acompanhá-la. Tira o chapéu preto da cabeça, para que não se molhe com o suor. Eles seguem pelas ruas de Paris, ambos sem trocar uma única palavra.

    Ao passar diante de um café, sentam-se. Ele pede uma água que entrega a ela e um vinho para si, fazendo com que a garotinha dê um sorriso forçado. O homem acende um cigarro e passa a observá-la atentamente. Céus, como ela é linda! Seus cabelos castanhos claros, quase louros, suas sobrancelhas grossas e marcadas, sua maneira de agir que lhe faz parecer uma mulher e não apenas uma garotinha de onze anos.

    Madeleine não olha para o homem. Pensa em como gostaria de um trago deste cigarro, algo que lhe foi privado desde a mudança de vida. Lembra da sensação de beber qualquer vinho barato que encontrasse e imagina qual seria o gosto deste que o homem bebe agora. “Nada de cigarros ou bebidas” – ele dissera–, e ela trabalhou muito para se acostumar à nova vida. Mesmo assim,  sentia raiva do homem às vezes, por ser tão bom, tão cuidadoso com ela, enquanto não se sentia merecedora de nada assim.

    As bebidas logo acabam mas o homem não para de observar a garota. Como Deus poderia lhe enviar um presente tão bom? Ele dispara a falar, perguntando sobre a escola, se está gostando de tudo, querendo saber o que ela fará quando adulta. Ela se sente incomodada com tantas perguntas, mas, mesmo assim, responde com muita educação e cortesia.

    O café enche aos poucos com todo tipo de pessoas mas o senhor continua absorto na garota, aquela pessoa especial. Ele faria de tudo por ela, sem pensar duas vezes, e nada neste mundo seria impossível se ela estivesse ao seu lado. Ele pensa em todas as batalhas que lutou para ficar com ela, quantas vezes teve que tirá-la da rua, onde tudo podia ocorrer à pobre garota. O homem a amava tanto que nem mesmo se irritava quando ela dizia que ele tinha idade para ser seu avô. Apenas sorria e respondia: Sim, mas eu sou seu pai.

    E. quando Madeleine ficava revoltada e agressiva, ele simplesmente a abraçava e esperava que a crise de choro se iniciasse. Depois, acarinhava seus cabelos e cantava uma de suas músicas favoritas, Hymne a l’amour, de Edith Piaf. E quando a garota dizia não entender o motivo de seu carinho, que não merecia ser amada pois não era sua verdadeira filha, ao que ele respondia: Creio que está enganada, o meu nome está nos seus registros.

  • Imagem: A&E

    Começando o mês do Halloween, a série do mês é meio macabra. Uma adaptação de Psicose (1960) de Alfred Hitchcock, Bates Motel (2013) conta a história de Norman Bates (Freddie Highmore) e sua mãe, Norma (Vera Farmiga).

    Após a morte de seu marido, Norma muda-se para uma cidade pequena com Norman e compra um hotel para poder recomeçar a vida ao lado de seu filho. Os dois possuem uma relação muito intensa e complexa, com Norma sendo super protetora na maioria das vezes.

    Por esse e outros fatores, Norman se torna um assassino em série, mas nunca se lembra de seus crimes. Além disso, ele possui um transtorno de identidade, que o faz imaginar que seja sua mãe a assassina.

    Bates Motel é originalmente da A&E, mas suas cinco temporadas estão disponíveis na Netflix.

  • Imagem: Mercado Editorial

    Pulei alguns meses de Livro do Mês porque eu fiquei três meses presa lendo um livro, mas agora estou lendo mais do que nunca e voltei com uma indicação para vocês.

    O livro que escolhi se chama Razão e Sensibilidade e foi escrito pela Jane Austen em 1811. Conta a história das três irmãs Dashwood – com foco em Ellinor e Marianne. Elas moram com sua mãe e depois de serem expulsas de casa após a morte de seu pai, elas se mudam para um chalé em Barton Park.

    Logo, fazem novas amizades e encontram também o amor. Mas a maneira de lidar com ele é muito diferente para as duas: enquanto Ellinor é mais racional, Marianne é super sensível.

    Adorei como, muitas vezes no livro, nos identificamos com personagens que são completamente diferentes de nós e como nos apegamos à maioria deles.

    Neste livro, assim como em Orgulho e Preconceito, Jane Austen faz uma crítica à sociedade da época. Recomendo bastante o livro. Você pode comprar a versão digital ou física aqui.

  • Imagem: Simplesmente Acontece

    Eu não sei vocês, mas eu chorei horrores com P.S. Eu te amo. Com Simplesmente acontece, da mesma autora, não seria diferente. Ainda não li o livro, mas posso dizer que se for ainda melhor que o filme, vou chorar uma tarde inteira.

    O filme conta a história de Alex (Sam Claflin) e Rosie (Lily Collins), melhores amigos de infância e que moram em Londres. Alex consegue uma bolsa para estudar nos Estados Unidos e Rosie combina de ir com ele, até descobrir que está grávida de um colega de escola.

    Alex se muda para os EUA e Rosie permanece em Londres, tentando esconder sua filha de Alex. Eles se reencontram algumas vezes e acabam percebendo que seus timings são horríveis, mas algumas coisas simplesmente acontecem, independente da demora.

    Simplesmente Acontece está disponível na Netflix e no Telecine.

Sou Laura Braga

27 anos. Formada em Comunicação Organizacional pela Universidade de Brasília. Procurando aprimorar a escrita e trazer sempre conteúdos melhores.