• Olá meus amores! Como vocês estão?

    Quem me acompanha no Instagram viu que eu estava de férias esses dias, então estou voltando agora. Quero desejar um ótimo 2020 pra vocês, espero que seja um ano cheio de realizações e alegrias para todos nós.

    E agora vim com mais um diário de viagem, o primeiro depois das férias do blog.

    Saímos de Frankfurt às oito da manhã, chegando em Berlim quase às duas da tarde. Passamos no hotel para deixar as nossas coisas e fomos caminhar pela cidade.

    Vimos a Ópera Estatal de Berlim, inaugurada em 1912, a Universidade Humboldt, fundada em 1810 e a Catedral de Berlim (Berliner Dom), que terminou de ser construída em 1905.

    Passamos também pelo Portão de Brandemburgo, antiga porta da cidade, inaugurada em 1791. Estava tendo uma grande manifestação ali, mas não tínhamos ideia do que se tratava, então fomos para a Kurfürstendamm, a principal avenida comercial de Berlim. No meio do caminho, caminhamos pelo Memorial aos Judeus Mortos da Europa.

    Bar Van Gogh.
    Imagem: Provável escritora

    Comemos no Hard Rock Cafe e fomos para um bar chamado Van Gogh, com muitas réplicas de quadros do pintor, livros sobre ele e música ao vivo. Depois disso chamamos um Uber e fomos para o hotel. E assim foi o nosso primeiro dia em Berlim.

    Espero que tenham gostado, volto amanhã com o próximo diário de viagem.

    Beijos e até mais!

  • Imagem: APK

    Olá meus amores!

    Vim com mais um aplicativo do mês, dessa vez um drink game. Eu e meus amigos jogamos muito e é sempre bem divertido.

    O Bapp é um aplicativo para jogar bebendo com os amigos. Em cada rodada, o jogador recebe algo que deve fazer ou uma carta especificando quem deve beber.

    O jogo clássico é gratuito e tem 200 cartas, o que já é suficiente, mas para quem quer explorar o app ainda mais, pode comprar os outros pacotes, como votação e hot.

    Eu recomendo muito e espero que vocês gostem. Infelizmente, o Bapp está disponível apenas para Android.

  • Oi meus amores!

    Prédio da Feira do Livro. Imagem: Provável escritora

    Voltei com o diário de viagem do meu terceiro e último dia em Frankfurt. Bom, acho que esse dia não vai ter muita coisa a dizer, já que eu passei o dia todo em um único local.

    Foi o dia em que eu realizei meu propósito de ir para Frankfurt, a razão porque eu estava lá. Fui para a Feira do Livro de Frankfurt, a maior do mundo, e que existe a mais de 500 anos.

    Para começar, preciso dizer que eles são muito desorganizados e só soltam a programação no mês antes, o que complicou bastante para que nos planejássemos. E, por conta disso, acabamos comprando um ingresso profissional para a sexta-feira, enquanto os eventos para o público em geral seriam só no fim de semana.

    Prédio da Feira do Livro. Imagem: Provável escritora

    Por isso, acabamos vendo algumas partes da feira fechadas e nada à venda. Os autores estavam ali apenas para negociar com editoras e outras empresas, não para vender para o público. Havia uma programação, mas nada que me interessasse.

    Chegamos lá quase 11h da manhã e fomos embora um pouco antes das 17h. Voltamos para o hotel e eu fui estudar.

    Gostei de conhecer a feira e ver os estandes de diversos países, mas esperava mais. E assim foi o meu último dia em Frankfurt.

    Prédio da Feira do Livro.
    Imagem: Provável escritora

    Volto amanhã falando sobre a próxima cidade. Qual será?

    Beijos e até mais!

  • Olá meus amores!

    Voltei com mais um diário de viagem, contando sobre o meu segundo dia em Frankfurt.

    O dia começou um pouco mais tarde, devido ao cansaço. No caminho, passamos pelo símbolo do euro gigante (para quem não sabe, o Banco Central Europeu está localizado em Frankfurt).

    Fomos para a Römerberg, a principal praça da cidade, surgida quase ao mesmo tempo que ela. Nesta praça está localizada a sede da administração de Frankfurt.

    De lá, fomos almoçar no Klosterhof, um restaurante aberto em 1936 e que serve a melhor comida que eu provei em toda a viagem. Sério, caso visitem Frankfurt, não deixem de provar. Eu e minha mãe recomendamos bastante os pratos Der Trappist e Rinderroulade – mit Gurke und Speck gefüllt. As batatas são divinas, acreditem.

    Bem alimentadas, fomos para uma das minhas partes favoritas de toda a viagem. Foi, definitivamente, o museu mais legal que eu já visitei. Chama-se Deutsches Filmmuseum, o museu de cinema da Alemanha.

    A visita no museu começa pelas origens do cinema, mostrando como eram feitas as fotografias e os primeiros filmes. Depois, avançamos para o cinema atual, temos a experiência de editar as cenas de um filme, colocar trilha sonora nas cenas, participar de algumas cenas na tela verde. Além disso, vemos alguns itens icônicos originais, como uma estatueta do Oscar e uma máscara do Darth Vader.

    Saindo de lá, fomos para o Stadel Museum, um dos mais importantes da Alemanha. Foi um pouco cansativo depois de tantos museus já vistos nessa viagem, mas eu aproveitei e gostei bastante da coleção. Infelizmente, eles estavam montando uma exposição do Van Gogh, mas como não havia sido lançada, eu não poderia visitá-la.

    Passamos pela Eiserner Steg, a ponte de ferro mais famosa da cidade e fomos para a Maintower, um prédio com uma vista panorâmica incrível. Infelizmente, o tempo estava muito nublado, então não conseguimos ver quase nada.

    Jantamos em um restaurante tradicionalmente alemão (éramos as únicas não-alemãs ali) e fiquei triste quando umas senhoras tentaram puxar assunto com a gente, porque eu não entendo uma palavra de alemão. Saindo de lá, pretendíamos ir ao Jazzkeller, mas, ao ver o preço de 20 euros para entrar, acabamos desistindo.

    E esse foi nosso segundo dia em Frankfurt. Espero que tenham gostado, volto amanhã com mais um post.

    Beijos e até logo!

  • Destroços

    NÃO!

    Eu havia gritado, suplicado. Mas não me ouviram. Agora ela jazia ali, imóvel, destroçada. O que teria acontecido se eu houvesse chegado antes? Será que me escutariam, se importariam com os meus gritos? Talvez se tivesse enrolado meus braços ao redor dela nada disso teria acontecido.

    Deveria ter feito, mas não fiz porque sou burro, porque parei na lanchonete para pegar o salgado, porque não corri atrás de meu ônibus que se preparava para sair da parada. E agora? Qual será a reação daquela que tanto a ama? Ela vai chorar, espernear? Ou vai ficar quieta no seu canto, como sempre faz em momentos de tristeza?

    Não deveria ter saído de casa neste dia. Devia ter permanecido ali, o dia todo, ao lado dela, pois eu sabia de todas as ameaças que sofria. Mas não acreditei que eles fariam isso. Não pensei que teriam coragem, depois de tanto implorarmos para que não o fizessem. Achei que teriam piedade, considerando o tempo em que ela está ali.

    Os homens saem tranquilos, já fizeram seu trabalho. Eu queria esta tranquilidade, mas jamais conseguiria alcançá-la. A culpa foi minha. Prometi estar ao seu lado quando o dia chegasse. Disse que impediria isto. Mesmo que ela não seja tão especial para mim, é para alguém que eu amo muito.

    Não poderia deixar que fizessem isso. Mas eles fizeram. Sem dó nem piedade, destruíram um passado e um sonho. E mesmo assim vão dormir tranquilos hoje. Eu não. Sinto-me culpado disso tudo, indiretamente, participei deste massacre. Eu nunca me perdoarei. Todos os dias verei o olhar decepcionado dela por não ter impedido, por ter deixado que aquilo acontecesse.

    Claro, eu não poderia ter passado o dia todo ali. Entretanto, poderia ter pagado alguém para ficar ao lado dela, para protegê-la, evitando o perigo que se aproximava. Falhei. Não queria ser a pessoa que vai contar isso a ela. Mas serei.

    Entro em casa e a vejo. Como contar para a minha avó se ela guardava tantas lembranças bonitas que se perderam? Destruíram a antiga casa de minha avó. Como explicar que este mundo não existe mais?

  • Olá meus amores!

    Peço desculpas pela demora mais uma vez. Vim hoje com mais um diário de viagem, desta vez contando sobre o primeiro dia em Frankfurt, na Alemanha.

    Antes disso, preciso falar sobre o que aconteceu saindo de Veneza. Nosso voo era muito cedo e precisávamos chegar no aeroporto antes das quatro da manhã. Como eu já disse anteriormente, o centro de Veneza não tem carros, só barcos, o que tornou um pouco complicada a nossa jornada.

    Tivemos que pegar o barco durante a madrugada e ir até a Piazza di Roma, onde pegamos o ônibus para o aeroporto. Tivemos muita sorte que o recepcionista do hotel nos ajudou bastante pesquisando os horários.

    Chegamos em Frankfurt quase na hora do almoço e fomos de Uber até o hotel. Almoçamos e fomos para a Goethehaus, a casa onde nasceu o escritor alemão Johann Wolfgang von Goethe. Lá, conseguimos ver como era uma casa burguesa da época, por mais que ela tenha sido reconstruída algumas vezes.

    De lá, fomos para o shopping MyZeil olhar algumas coisas e passamos no mercado. E assim terminou o nosso primeiro dia em Frankfurt. Tinham mais coisas, mas preferimos deixar para outro dia devido ao cansaço.

    É isso pessoal. Beijos e até amanhã!

  • Imagem: Companhia das Letras

    Oswald de Andrade (1890-1954), escritor e dramaturgo brasileiro, é o autor de “Os Condenados” (1922) e “Pau-Brasil” (1925).

    Entretanto, diferente de seus livros de ficção, Um homem sem profissão é um livro de memórias. Oswald relembra sua infância e uma parte de sua vida adulta. Vemos o garoto descobrindo os prazeres do sexo, viajando para a Europa e sua tristeza ao saber da morte da mãe.

    O livro também nos permite ver como as mudanças ocorriam na época e qual era a reação do povo como, por exemplo, em relação ao surgimento dos bondes elétricos.

    Se você gosta dos livros de Oswald de Andrade ou quer saber mais sobre ele antes de começar a ler sua obra, Um homem sem profissão é o livro ideal. Você pode comprá-lo clicando aqui.

  • Olá meus amores!

    Um pouco atrasada devido a correria da semana, voltei com mais um diário de viagem, contando sobre o segundo e último dia em Veneza.

    O dia começou no Palácio Ducal, construído entre os séculos X e XI, sendo o local onde os doges tomavam decisões sobre a cidade de Veneza. Fizemos o Itinerário Secreto, por isso vimos muitas celas de prisioneiros e algumas salas que o público geral não possui acesso.

    Basílica de San Marco.
    Imagem: Provável escritora

    É um prédio bonito, mas o clima é pesado devido as prisões e torturas que ali ocorreram. Eu definitivamente não voltaria.

    Depois, visitamos a Basílica de San Marco, cuja construção começou no ano de 828, e que é a principal igreja da cidade. Ficamos encantadas com o interior dourado da Basílica, mas infelizmente não visitamos o museu do local.

    De lá, pegamos um transporte público e fomos até a Ilha de San Giorgio Maggiore. É uma ilha pequena mas, em sua igreja, podemos ter uma das melhores vistas da cidade.

    Entramos no barco novamente e tivemos que esperar ele fazer todo o trajeto até a Praça San Marco novamente, demorando uns quarenta minutos.

    Voltamos para o grande canal – pois achávamos que não havíamos visitado – e jantamos próximo a Ponte do Rialto. E assim se encerrou o nosso último dia em Veneza.

    Espero que tenham gostado e semana que vem venho contar sobre o próximo destino. Beijos e até logo!

Sou Laura Braga

27 anos. Formada em Comunicação Organizacional pela Universidade de Brasília. Procurando aprimorar a escrita e trazer sempre conteúdos melhores.